sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ensaio URSO #9 (Complexo Master, 23.09.2010)

Ensaio URSO #9 - 23.09.2010
Já é praticamente uma turnê: marcados dias 13/10/2010 para o Beco e 29/10/2010 para o Garagem Hermética. Além de praticar o repertório ("Conselhos", "All Black", "Malzbier", "Sem Prejuízo", "Imigrante") é oportuno acrescentar coisas novas. No caso, em andamento está "Into the Void", do Black Sabbath, "Tocaia" e "Saí Nadando". O Brenno trouxe para este ensaio o baixo fretless, que se revelou preciso sobretudo em "Tocaia". Desta vez utilizei vários timbres do PODxt: o primeiro foi uma simulação de Rammstein, depois um tal Tredplate, até assentar num tipo Spinal Puppet. Tocamos duas vezes "Into the Void" e faltam apenas ajustes, notadamente verificar a base do solo. Reservamos toda a parte final para "Tocaia". Inicialmente utilizei um timbre U2, com muito delay, que foi bom no início, mas não prestou para a parada após os acordes. Na segunda repetição, utilizei um timbre jazz limpo, que o Andrio curtiu ("anos 90"), e na terceira me vali do timbre da gravação caseira do feriado de 20.09.2010 (Small Tweed com chorus e delayzinho). A parte limpa foi sendo acertada aos poucos e o Andrio aproveitou o ensejo para mandar ver no recém ganho Ebow, que me pareceu difícil de domesticar, só que com resultados excelentes uma vez manejado por quem entende. A parte Talisman foi agregada na sequência, e aí mudei para um timbre menos metal que fica disponível perto do timbre Small Tweed (só posso mudar para os 4 canais daquele banco) - em qualquer caso, terei que aumentar o volume do canal, além do volume geral. Domingo que vem tem que ficar esperto no Fantástico.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Ensaio URSO #8 (Complexo Master, 16.09.2010)

O dia 16.09 foi de comemorações, então estava empolgado por finalizá-lo com um ensaio da URSO, o primeiro após o show do dia 08.09.2010. Objeto das minhas preocupações era o timbre; em casa já havia praticado com vários presets e queria utilizá-los todos no ensaio para eleger o(s) melhor(s). Acabou que iniciamos com o set list e já em "Conselhos" me vali do timbre que tinha produzido por último em casa: apenas com uma simulação de Mesa Boogie, com uma equalização sossegada. Aparentemente as coisas deram certo, e aí não mudei mais (a não ser aumentar o volume na parte final do ensaio). "Conselhos", pois, "All Black, "Malzbier", "Sem Prejuízo" e "Imigrante". Rerum novarum: "Peguei eles de tocaia", "Saí nadando pelo Riacho Ipiranga" (com riff novo no final, do tipo que inutiliza palhetas), um cover de "Into the Void" do Black Sabbath (desafio tocar em drop-C), tentativa de tocar uma do Pelican (surpreendentemente mais difícil do que imaginava), um cover da Burnin´ Boat - "Noise Garden" - que rolou sem sobressaltos (o Brenno e o Andrio acompanharam bem todos os riffs). Chamei uma do primeiro ensaio, com um riff do Brenno, "Homens de Verdade Não Sabem Dançar". Enfileiramos jams (uma capitaneada pelo Andrio, outra pelo Brenno, as demais com riffs meus, em geral coisa que já vinha tocando há algum tempo e aguarda um local apropriado). Numa das tantas, e lá pelo final, quebrei a 6.ª corda; o jogo novo de 0'11 resistiu apenas uma semana, e serve de motivo para empregar desde logo a híbrida 0'12 e 0'10. Registrar o atraso no ensaio pela inexplicável e inescusável ausência do dono ou de alguém para abrir o portão, obrigando-nos a ficar mais de 20min do lado de fora - o cara teve sorte que estávamos cansados, pois era o caso de termos avançado no horário convencional. Combinamos novas gravações caseiras e quinta que vem tem mais.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Show URSO (08.09.2010, Dr. Jekyll)

O Andrio recebeu o convite e nos organizamos para o primeiro show da URSO, em conjunto com a Hangovers, para abrir para a lendária Viana Moog. O início das atividades estava marcado para às 22h, mas logo fui esclarecido de que a pontualidade não era uma questão sagrada. A passagem de som seria entre 19h, 19h30min; só que o trânsito nesse horário já é competitivo, e nesse dia se agravou pelas obras do Dep na Av. Ipiranga e pelo jogo do Grêmio contra o Atlético-GO pelo Brasileirão 2010 (vitória de 2x0, Douglas e Borges, com atuação fraca do time). No decorrer da tarde o Andrio deu o toque de que deveria levar o meu ampli Laney de 50w que estava inativo há uns 5 anos. Cheguei, pois, para a passagem de som perto das 20h, encontrei o Brenno e um amigão dele, e depois chegaram Andrio e Valmor. Arrumamo-nos e tocamos "Malzbier", "Conselhos" e "Imigrante". Foram importantes as presenças dos caras da Hangovers, da Liege, do Lucas (Superguidis) que forneceram os parâmetros de som das guitars (a minha tinha que ter mais volume, mais médios e mais graves). Saímos de lá com a convicção de que o som estava muito bom. "Cervejiiiiiiinha" no Bell´s, xis no Cavanha´s, e uma hora depois voltamos ao Jekyll. Ali já estavam meus colegas Átila, César, Ilana, Maria Cláudia, Alex, Roberto e esposa, e o Gabriel. Falei também com o Luciano (da época da Burnin´ Boat, atual Teto e Muro), com o Vinícius (Absence Of), e tive a grande honra de conhecer o Bruno baixista da Quarto Sensorial (oportunidade que não desperdicei para parabenizar os caras pelo alto nível do som, bem como da literatura que é o blog dos caras - há meses nos meus favoritos). O Jekyll é um lugar pequeno, e achei muito bom, sendo certo que o público foi suficiente para deixá-lo cheio. Estava ansioso para tocar. A Hangovers tomou a frente e mandou um set de 5 músicas em 10 minutos. A Liege mandou muito bem na batera, tocando forte e conduzindo os dois guitarristas que executaram uns riffs muito bons, do meu tipo de riff muito bom. Para decepção do Valmor, de alguma maneira não esclarecida a Liege roubou a sua ideia de utilizar cartazes para se comunicar com a banda (o Valmor tem que admitir que os cartazes dela ficaram muito bons). Tão logo a Hangovers deixou o palco, plugamos nossos instrumentos. O público estava muito bom. Deixei uma câmera filmando o show em cima do ampli e o Vinícius ficou com a máquina do Valmor para filmar outros ângulos; e o cara se superou, fazendo close ups em cima do palco e tal, e pelo que vi depois já está praticamente tudo editado. O som estava muito bom durante "Os Conselhos que Vos Deixo", que contou com uma introdução extendida de solo de baixo do Brenno. O Andrio se valeu do microfone para anunciar as músicas. Antes de "All Black" os caras pediram para eu aumentar o volume da guitar, e isso se repetiu mais duas vezes. Bem, a partir daí meu som rajou; ainda estou investigando o que houve (ampli não deu conta? cabo falhando?), mas o fato é que o timbre estava fechado demais e ainda falhou durante a execução das músicas. E não havia o que fazer - o som sumia, mas depois voltava. "All Black" foi executada sem erros, como as demais. Pessoal parecia estar curtindo bastante, houve até quem gritou "Saí Nadando" e acho que cabe finalizar a composição que estamos fazendo sob esse nome para um próximo show. Com os problemas no som da guitar, aí sim que fiquei estático, evitando movimentos que pudessem eventualmente comprometer ainda mais o som. Mandamos "A Morte, o Bem e o Malzbier Livre" e tenho achado cada vez melhor sobretudo a parte que fazemos um riff metal em uníssono (é o terceiro riff, digamos assim, tocado em dois momentos, antes do, digamos, refrão). Depois de uma rápida apresentação, chamei "Sem Prejuízo". Para finalizar, uma versão arrasa-quarteirão de "Imigrante", dedicada pelo Andrio à Larissa Riquelme (diz-se que ela foi entrevistada por uma amiga do Andrio para a Veja em São Paulo, que aproveitou para convidar a musa paraguaia da Copa do Mundo 2010 para assistir a URSO em Porto Alegre - ela viria à capital no dia seguinte). Fomos cumprimentados por muita gente. Realmente fiquei comovido com as manifestações positivas, os elogios, e o feedback qualificado que recebi. Tive a sensação de pela primeira vez ter feito algo bom em termos musicais. O Valmor contabilizou cinco convites de bandas para dividir o palco em shows futuros. Foi produtivo trocar uma ideia com a Giana da Transmission, com o Vinícius, o Luciano, e o Gabriel, que me surpreendeu com comentários pertinentes e oportunos sobre o nosso som (o cara inclusive elegeu justificada e justamente o Brenno como o nosso most valuable player, "sem prejuízo" da participação e da performance de nós outros). Os meus problemas de som foram percebidos por alguns, ignorados por vários; independente disso parece que não arruinou o som da banda, o que é o mais importante. Preocupava-me em manter ou superar as expectativas de quem conhecia o nosso som pelo myspace, blogs, youtube, e pelo visto foi exatamente esse o caso. Outras pessoas também expressaram palavras legais, e fica aqui o agradecimento. Após as fotos, as conversas e tal (rende até para o baterista não é Cris?), a Viana Moog subiu ao palco para sua conhecida apresentação performática. A noite acabou tarde para quem trabalha cedo na quinta. E foi muito boa. Próximo ensaio faremos coisas novas. Riffs e ideias para tal não faltam. Mais fotos do show aqui.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Ensaio URSO #7 (Complexo Master, 06.09.2010)

Na véspera do feriado, reunimo-nos para o ensaio antes do show de 08.09.2010, no Dr. Jeckyll. O entrosamento já apareceu na chegada simultânea ao estúdio. Passamos o repertório do show ("Conselhos", "All Black", "Malzbier", "Sem Prejuízo" e "Imigrante"), combinamos, sob sugestão do Valmor, que o Andrio seria o frontman e que se comunicaria por cartazes. Além disso, tocamos trechos de "NIB", riff de "High Ball Shooter", "The Rover", "Fly By Night" e, antes de tudo, "The Creeper" do Pelican (Valmor não reconheceu "Check My Brain"). Levei, novamente, a Fender Strato, fizemos algumas jams e arrebentou, numa delas, a 5.ª corda (hora de trocá-las todas). Das jams, toquei um riff nas mesmas posições de "Sem Prejuízo", um outro em A (seria B na afinação normal), meio rock anos 70 (The Who, sei lá) para o qual o Andrio voltou correndo da sua saída momentânea para participar. Ao final, uma jam rock gaúcho (gaurso), e para encerrar chamei um dedilhado antigo que o Valmor atribuiu o nome de "Hollow" para acompanhar uma letra que ele tinha (e que jamais li).

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Ensaio URSO #6 (Complexo Master, 01.09.2010)

URSO - Ensaio #6 (01.09.2010)
Para mim foi rodada dupla: depois do apito final de Grêmio 1x0 Guarani, parti para o Complexo Master, no qual faríamos o penúltimo ensaio antes do show do dia 08.09.2010. Apesar do atraso dos caras, conseguimos passar o repertório, no mínimo, três vezes. Resolvi levar a Gibson BFG para utilizá-la, pela primeira vez, em alto e bom som com distorção. E a guitar não decepcionou, cumprindo bem o papel de dar aquele conhecido "low end" nos riffs que os captadores duplos (humbuckings) são tão apropriados. Como timbre, utilizei um do PODxt que seria de uma música do Joe Satriani, e serviu pois emula o amplificador Soldano (o meu favorito para tocar URSO, ao menos nas gravações caseiras) e acrescentei um Fuzz Pi e, na última rodada, um chorus. O Brenno também encontrou seu som com a utlização do oitavador em certos riffs. O repertório é aquele: "Os Conselhos que Vos Deixo", "All Black", "A Morte, o Bem e o Malzbier Livre", "Sem Prejuízo" e "Imigrante". Na primeira rodada tive problemas com a correia, que caiu bem no meio de "Imigrante", então tive que apoiar, de alguma maneira, com a mão direita, ao mesmo tempo em que palhetava as cordas. Os caras contaram uma história que renderá o título de uma nova composição, em breve (tocaia). Por pouco o Andrio não compareceu com a sua camisa do Grêmio, o que impediu um "twin guitar" tricolor. Próximo encontro é na véspera do feriado cívico.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Primeiro show URSO

Ensaio The Osmar Band - "Vierzig" (31.08.2010)

Semana passada havíamos marcado para terça o ensaio, mas por alguma razão foi cancelado e remarcado para quinta; só que aí já me havia compromissado com a URSO, então só encontrei os caras novamente no último dia de agosto para o quadragésimo ensaio da Osmar Band. Depois de um contratempo no estacionamento, cheguei por último e após os debates iniciais (ouvimos as gravações do ensaio passado, que ficaram muito boas) descemos para retomar as atividades. Aí tocamos mais de 10 músicas, algumas novas, além das habituais. Levei a Gibson BFG e no início não fiquei muito satisfeito com os timbres do PODxt; a coisa melhorou no decorrer, e ficou bom quando utilizei timbres do David Gilmour (Hiwat e outro, limpo, do "Another Brick in the Wall"). Solos bons e solos ruins, os melhores foram quando acompanhei o violão de cordas de aço do Alemão - que foi homenageado pelo Marcelo com mais uma clássica. O Marcelo estava afiado e compôs o que talvez seja a sua letra mais obscena. O Marcão continua na campanha de ensaios em dias de jogos do Inter, pois aparentemente os resultados são bons - para o time.





















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