sábado, 16 de abril de 2011

The Osmar Band - "Siebenunfvierzig" (12.04.2011)

Esse foi um dos ensaios mais pegados da Osmar. Depois das conversas, descemos e o Marcão agilizou os testes com a mesa de som para sanar o defeito da gravação do ensaio anterior, no qual guitarra e violão ficaram inaudíveis. Então agora conseguimos os registros da BFG (tenho levado para praticar com as cordas 011 na afinação normal) com o CAE (utilizei vários timbres no PODxt, dentre os quais o Bridge of Sighs, o dos Beatles, o do Zeppelin). Tocamos boa parte das clássicas, mas o Marcelo teve a bela iniciativa de pedir umas outras mais remotas. Ver se lembro de levar na próxima o Moleskine para as anotações.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Resenha de Cds – Korn “Korn III: Remember Who You Are” (2010)


A banda que capitaneou o nu-metal no final dos anos 1990 e início dos anos 2000, sabe-se, foi o Korn. Nessa época estava nos meus últimos anos de faculdade, e um grande amigo, o Barboza, era – e ainda é -, um baita fã do Korn e do Jonathan Davis. Particularmente tinha dificuldade para ouvir mais do que uma música, pois o estilo é muito diferente do que estou acostumado. Em 2003 encontrei para vender alguns discos da banda com preços baixos, então trouxe para casa o primeiro dos caras, além de “Life is Peachy”, e “Follow the Leader” (disparado achei esse o melhor). Lembro que na época ainda havia o espaço para ouvir Cds na Saraiva do Praia de Belas, e fiquei animado com a quantidade de riffs fortes que abriam as músicas de “Life is Peachy”. Contudo, jamais consegui ouvir a banda adequadamente. Os vocais são perturbadores, e é difícil acompanhar o que as guitarras fazem. Diz-se que o Korn, na verdade, não faz músicas, e sim uma massa sonora com as guitarras, baixo e bateria. Assim, o ouvinte curte a atmosfera decorrente do som dos instrumentos e vocal, e não as músicas individualmente.

Fato é que de uma maneira ou outra fui acompanhando a banda, e me inteirando dos discos, ainda que precariamente. Quando do lançamento do álbum mais recente, “Korn III: Remember Who You Are”, assisti no youtube o vídeo para o single “Oildale (Leave Me Alone)”, a achei a música excelente. Com as expectativas otimistas, obtive o restante do disco e curti bastante. Diferentemente dos demais álbuns, as músicas contêm riffs de guitarra muito bons e bem característicos – o meu tipo de riff -, e têm dinâmicas bem diversificadas. Receita para um grande disco.

Trouxe para casa a versão normal, lançada nacionalmente, e depois achei na Cultura uma versão do tipo deluxe com DVD bônus, fabricado na Argentina. Esse extra tem a execução das músicas com cenas dos caras tocando em estúdio.

Destaques, além de “Oildale”, são “Pop A Pill” (riff com tercinas, tipo Tool), “Fear Is a Place to Live” (refrão assimilável), “Move On” (riff destruidor), “Lead the Parade” (riff com slides), “Let the Guilt Go” (belo groove), “Never Around” (riff bom, belo refrão), “Are You Ready to Live” (achei que já tinha ouvido esse refrão em outro disco do Korn...).

Os caras estão se saindo bem com apenas um guitarrista (para os shows há um contratado para fazer a segunda guitarra), e ainda estou avaliando se o batera Ray Luzier supre a falta do excelente David Silveria.

Melhor disco do Korn, particularmente, e melhor disco de 2010 (acabei não fazendo a tradicional lista de melhores do ano).

domingo, 10 de abril de 2011

Resenha de DVD - "Senna - o brasileiro, o heroi, o campeão"

Perdi de ver no cinema as imagens da Fórmula 1 nos anos 1980 e 1990. Não perdi de trazer para casa o blue-ray (#ps3) com o documentário sobre o Senna. Sou fã do Piquet, mas é evidente que não deixei de acompanhar o mítico piloto brasileiro. O filme acaba se concentrando na rivalidade com Alain Prost, e isso serve para mostrar o quanto era legal aquela época, na qual o francês não exitava em dizer que "queria dar um soco" no brasileiro, numa das declarações públicas que escancaravam a ferrenha disputa. Particularmente, achei que o filme valeu pelas cenas das reuniões de pilotos (participações de Ballestre e Piquet, sobretudo), e pelo detalhamento dos acidentes que decidiram os campeonatos de 1989 e 1990. Senti falta de, no início, terem referido como Senna conquistou a sua primeira pole position: os números com as posições foram escritos em papeis e colocados num capacete; ao piloto de kart mais jovem foi dado o direito de ser o primeiro a escolher o papel, e Senna catou logo o número 1. É evidente que, não fosse por uma fatalidade, Senna seria o primeiro a superar a marca de Juan Manuel Fangio. Lamentavelmente as cenas de pista não são em alta definição, de modo que não me parece valer os trocos a mais pegar o blue-ray pelo DVD.

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