quinta-feira, 10 de novembro de 2011

URSO - Ensaio # 21 (09.11.2011, Music Box)

Por conta de um compromisso quase infrutífero, acabei chegando com bastante antecedência para o ensaio # 21 e logo pude me instalar no estúdio. Dessa vez resolvi empregar o Marshall JCM900 e fiz vários testes até a chegada dos demais. Prevaleceu desabilitar a simulação de ampli do PODxt, utilizar a distorção do JCM900, e limitar o Jackhammer (em relação ao ensaio passado, mudei o countour para o sentido horário) para uma espécie de booster. O PODxt ficou ligado pois seria útil em "Almoço no Filhote", em atenção ao delay e chorus. Primeiro o Brenno, depois o Valmor e o Andrio acompanhados do Bruno (esse ano ainda não havíamos tido acompanhantes nos ensaios), e logo partimos para o repertório. "Conselhos", "All Black" (a partir daqui botei o drive do Jackhammer de 0 para 3, pois na primeira música senti falta de um pouco mais de ganho - e isso permitiu que o som melhorasse significativamente, sobretudo porque as guitarras finalmente ficaram no mesmo volume e de partida as músicas ficaram mais pegadas, como devem ser), "Malzbier", "Sem Prejuízo", "Imigrante", "Tia Julia e o Escrivinhador", "Minha Alma Castelhana". Tocamos duas vezes "Buffet Aquilo" e três vezes "Almoço no Filhote". Particularmente, o ensaio # 21 foi o melhor, e finalizamos com duas jams: a primeira com o riff de "O Homem do Bussaco" e a segunda com um riff das Xangrila Sessions 2011 (que deveria ser um riff pesado, mas acabou dando ensejo a uma jam Jeff Beck/Band of Gypsies). Os ensaios dão uma pausa para os compromissos do Brenno, e voltamos no final do mês.

domingo, 6 de novembro de 2011

URSO - Ensaio # 20 (03.11.2011, Music Box)

No ensaio # 19 havia encontrado um timbre aceitável, então resolvi não mudar nada para o ensaio # 20 e levar o mesmo equipamento (Fender All Black, PODxt, CAE wah, H4n, Jackhammer), e me instalar no mesmo ampli (o Marshall Valvestate). Dessa vez o trânsito contribuiu e não houve atrasos consideráveis - cheguei e os caras estavam se instalando. Sem jams, fomos para o repertório: "Conselhos", "All Black", "Malzbier", "Sem Prejuízo" (aqui o meu som melhorou, aumentei o volume, tirei o ganho do Jackhammer e girei counter-clockwise o countour para não ficar tão comprimido), "Imigrante". Pode-se dizer que "Tia Julia e o Escrivinhador" e "Minha Alma Castelhana" entraram para o repertório, pois tocamos sem erros e apenas uma vez. Daí partimos para "Buffet Aquilo". Na semana anterior o Valmor arranjou as partes com o que eu havia gravado, sendo certo que acrescentei uma parte King Crimson, atendendo solicitação. E o resultado ficou muito bom. Tocamos 4 vezes e meia (a melhor ficou a terceira, só que uma das câmeras ficou sem bateria, então não registrou). Falta só ajustar as dinâmicas de volume. É muito legal que em "Buffet Aquilo" o Andrio e o Brenno aproveitaram para tocar umas coisas muito legais e sem precedentes na URSO, então realmente não nos repetimos em nada nessa faixa. Apenas em um momento, no final, as guitarras minha e do Andrio tocam o mesmo riff, por breves compassos. Inexplicavelmente a pele da caixa cedeu às gentis batidas do Valmor. O reparo demorou uns 10 a 15min. Ao final tocamos duas vezes "Almoço no Filhote", outra arranjada recentemente e com as partes do Andrio e do Brenno acrescentadas. Bastante promissora, tem uma certa elegância. Optamos por excluir um riff com melodia que eu havia registrado. No final estávamos com as melodias de "Tia Julia" e o Andrio cantarolava "So Far Away"do Dire Straits.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

URSO - Ensaio # 19 (25.10.2011, Music Box)

Uma semana de folga devido aos ensaios do Brenno em São Paulo e nos reunimos na terça chuvosa (o trânsito e a chuvarada me fizeram atrasar mais de meia hora). Esse ensaio, para mim, serviria para definir o meu timbre, sempre tentando alcançar a altura e a clareza do som do Andrio, que é espetacular (quando falávamos em Big Muff, ele deu a dica que o pedal dele é baseado na versão russa, que realmente é muito boa pelos vídeos que pesquisei no youtube). Depois da jam, tocamos o repertório, e aí fui mexendo na configuração do PODxt (stack e depois stack preamp, que foi a mais bem sucedida), o CAE wah, e o retorno do velho Jackhammer (essa dica acho que foi do Tom Morello, que li num site: o cara usa essa distorção como boost, com ganho no 0, configuração flat, só servindo o volume). Depois de tocar "Conselhos", "All Black", "Malzbier", acertei o timbre em "Sem Prejuízo", e depois ainda dei uma refinada tirando o drive do PODxt (timbre que configurei em casa, com simulação de Mesa Boogie) para tocar "Imigrante" (e aí todas as seguintes). Notável como a Fender limpa o som da distorção quando o volume fica no 5 (na Gold Top fica pouco menos suja com o volume da guitar no 2 - essa diferença é determinante em músicas com parte suja e parte limpa, como "Tia Julia e o Escrivinhador"). Aparentemente todos curtiram o resultado, e realmente teve uns momentos que o meu som tava bem colado no do Brenno, sobretudo em "Sem Prejuízo" (não sei porque não gravou a segunda execução) e "Tia Julia e o Escrivinhador" (tocamos duas vezes, assim como "Minha Alma Castelhana" - não teve jeito de não acelerar nessa, só que diferentemente das outras vezes que acelerávamos no decorrer, desta feita o Valmor e eu aceleramos desde logo). Fizemos uma bela versão de "Might Just Take Your Life" (não deu pra parar de tocar para apertar o rec) e encerramos com "Buffet Aquilo". Esse ensaio foi bem produtivo, e pelo que ouvi da gravação, já em casa, verifiquei que realmente o som está muito bom, e a banda já está em condições de agendar um show, que foi o consenso do final do ensaio.

domingo, 16 de outubro de 2011

URSO - Ensaio # 18 (13.10.2011, Music Box)

Para o Ensaio # 18 trouxe a Fender All Black e vários presets no PODxt, basicamente o que deu certo no outro ensaio (acho que o # 16), e outros como um com timbre limpo e delay para tocar "Almoço no Filhote", e versões com fuzz. Iniciamos com "Conselhos" e seguimos a ordem do repertório, mas já a partir de "All Black" notei que o meu som continuava "entubado" (como disse o Brenno), enfim, não consigo atingir o volume e a clareza do timbre do Andrio. Nessas condições tocamos "Malzbier", "Sem Prejuízo", "Imigrante", "Tia Julia e o Escrivinhador" e "Minha Alma Castelhana". Fizemos uma versão para "Almoço no Filhote". O Valmor veio preparado para tocar "Buffet Aquilo", valendo-se de um metrônomo e headphone para manter o andamento. A partir daí já tinha mudado o timbre, e mudei definitivamente quando tocamos "Sabbath Bloody Sabbath", novamente "Sem Prejuízo" (a instâncias do Valmor) e "Tia Julia" (atendendo pedido do Brenno, embora tenha admitido que na verdade ele queria praticar "Minha Alma"). No decorrer rolou umas jams muito legais com "A National Acrobat" do Black Sabbath, e os caras mandara muito bem em "Miss You" dos Stones (para eventos e festas de casamento, ficou massa). Semana que vem é de folga, voltamos na outra.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

URSO - Ensaio # 17 (Music Box, 05.10.2011)

Hoje teria rodada dupla, então me programei para perder pouco tempo nos deslocamentos. Só que não tive como não chegar atrasado no ensaio URSO, pelo trãnsito das 18h (e todas as sinaleiras fechadas no caminho). Optei por levar a Fender All Black dessa vez, liguei no PODxt com timbre "Sandman" que havia ficado legal (só que dessa vez deixei no studio-direct, e não no stack). É realmente difícil dizer qual é melhor entre a All Black e a Gold Top, e gostei de tocar a primeira nesse ensaio, com timbre bem diferente. Logo na primeira, "Conselhos", percebi o timbre característico, nem tanto do single coil, mas do braço com escala em maple. Tem um pouco de estalado, parece que se houve as cordas na madeira, sei lá, e fica bem mais fácil de diminuir o botão de volume para a parte limpa de "Tia Julia" (que tocamos duas vezes). Também tocamos o restante do repertório: "All Black", "Malzbier" (nessa senti que faltou um pouco mais de abertura no meu som), "Sem Prejuízo" e "Imigrante" (que ficou muito boa, especialmente no final infernal). Rolou outra de "Tia Julia" e uma de "Minha Alma Castelhana". O Valmor se dedicou para "Buffet aquilo", inclusive agregando uma parte nova. Tocamos mas não foi tão fluido quanto das outras vezes. É realmente difícil com todos os elementos que queremos empregar, mas acho que facilitará quando tivermos a demo para praticar em cima. Rolou uma extensa jam estilo Jeff Beck "Wired" e "Blow by Blow". Finalizamos mandando duas vezes "Sabbath Bloody Sabbath", que tem dois riffs muito divertidos de tocar. Na saída, voltei com o Andrio para vermos o Grêmio, no segundo tempo da rodada dupla.

Ensaio The Osmar Band "Zweiundfünfzig" 04.10.2011

Muita coisa tínhamos para atualizar depois de deixar passar em branco agosto e setembro sem ensaios. Comemoramos o meu aniversário trocando bastante ideia e mandando ver numa bela pizza bianca. Já era tarde quando descemos para tocar um repertório enxuto, apenas quatro músicas. Levei a BFG e toquei com o timbre do Eric Johnson, talvez tenha ficado distorcido demais.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

URSO - Ensaio # 16 (28.09.2011, Music Box)

Imperioso postergar o ensaio # 16 para a última semana de setembro decorrência de uma espécie de "soco no estômago" e o feriado farroupilha. Para esse novo encontro o Brenno trouxe o seu novo baixo Music Man; tem escala menor, mas ele estava bastante satisfeito com o som (um EQ flat já era mais que suficiente para preencher os graves e médios). Os caras já estavam lá quando cheguei (cumprimentos gerais pelos aniversários), então o Andrio foi de ampli Fender e eu com o Marshall Valvestate. Pluguei a Gold Top no PODxt com timbre "Alive", só que o resultado não foi satisfatório. Mexi no EQ várias vezes, e tocamos o set list inteiro nessas condições. "Conselhos", "All Black", "Malzbier", "Sem Prejuízo" e "Imigrante" rolaram praticamente sem intervalo. O Andrio puxou então um som do Coletivo 4'33, e depois fizemos uma boa versão de "Tia Julia e o Escrivinhador". No ensaio #15 faltou executar "Minha Alma Castelhana", então a primeira vez que tocamos ficou precária, mas a segunda já melhorou bastante. O Valmor comentou que estava agilizando o arranjo para "Buffet Aquilo" com base nas versões dos ensaios passados, então não demorou muito para que tocássemos mais uma vez, que ficou bem legal, com novos elementos mais fortes. Sugeri recuperar alguma dos ensaios do ano passado, e tinha em mente "Sai Nadando no Riacho Ipiranga", ou até "Chafurdando a Miúda"; o Andrio invocou "Tocaia" e acabamos tocando uma versão muito boa, apesar de alguns contratempos. Como tive que mudar o timbre para a parte limpa de "Tocaia", resolvi experimentar o timbre "Sandman" com simulação de Mesa Boogie, e o resultado foi um som mais fechado e meio vintage, como se estivesse usando um pouco de fuzz possivelmente. Fato é que o timbre pareceu muito bom, e o Valmor, Brenno e eu tocamos um pouco de "High Ball Shooter", seguida de "Sail Away" (a instâncias do Valmor, e com o Andrio). Ao final me ocorreu o riff de "Sabbath Bloody Sabbath" e achei que ficou muito massa com o timbre. O Andrio na hora fez a parte do vocal do Ozzy, a la "Into the Void". Nada mal seria incluir essa cover. Finalizamos com mais versões de "Tia Julia" (aqui o Tiago apareceu com filha, que aparentemente se apavorou com o som e ficou por instantes na porta da sala do estúdio) e de "Sem Prejuízo".
 

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

URSO - Ensaio # 15 (Music Box, 06.09.2011)

Véspera de feriado e decidimos antecipar o horário do ensaio, começando às 18h. Se o trânsito estava melhor na Benjamin, por outro lado, o Andrio se atrasou bastante pelo outro lado. Então, o Valmor, o Brenno e eu fizemos algumas jams. Pluguei a Gold Top direto no Marshall JCM900, com apenas o CAE wah (o PODxt ficou só como afinador) e consegui um timbre legal. Sem a referência do Andrio, o volume da minha guitar ficou aceitável para o power trio e improvisamos em cima de grooves do Brenno que o Valmor acompanhou na batera, e eu ia me virando. Admito que mandei mal nos primeiros instantes pois não consegui acertar umas dinâmicas legais para agregar ao que o Brenno e o Valmor estavam tocando. As coisas melhoraram quando recuperei o riff do Andrio do ensaio passado, "O que é direito?", e na jam seguinte o Brenno mandou um som que foi massa tocar um riff tipo Jeff Beck na época "Blow by Blow" e "Wired". Como diz o Valmor, agregando novas cores ao som URSO. Na mesma veia saiu outra jam, e depois seguimos com uma tentativa de tocar "Buffet aquilo", a jam de encerramento do primeiro ensaio do retorno. Aqui o Andrio chegou e o volume subiu junto. E o cara chegou e mandou um baita riff 7/4. Restou-nos o repertório "Conselhos", "All Black", "Malzbier", "Sem Prejuízo", "Imigrante" e "Tia Julia". Faltou tempo para "Minha Alma Castelhana". Setembro terá vários eventos, com show tributo do Andrio para Foo Fighters, e outro dele com a Medialunas (planejamos levar o H4n, que tem sido o MVP dos ensaios, para registrar o áudio).

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

URSO - Ensaio #14 (Music Box, 31.08.2011)

Tanto quanto no ensaio passado, peguei um baita trânsito, cheguei em cima da hora e encontrei no estúdio já se arrumando Andrio e Valmor. Brenno chegou depois e foi o primeiro a ficar pronto. Enquanto ainda ajustava o equipamento, o Andrio trouxe um riff magnifico com vibe Black Sabbath. Aderi à jam, e desde logo ficou claro que o Meteoro Vulcano que me estava disponivel falava bastante alto. Pluguei a Gold Top no PODxt (com timbre que configurei pra tocar Kiss - um pouco mais pesado - simulação do JCM800), no CAE Wah, e diferentemente de todas as outras vezes o meu som estava realmente bem alto, sem perder para o Andrio (que trouxe novamente a Golden com captadores Tex Mex, plugada num ampli Fender). Depois da primeira música fiz uns ajustes mas não acho que encontrei um bom EQ. Gravei tudo no H4n e depois de passarmos o repertório tradicional (Conselhos, All Black, Malzbier, Sem Prejuizo, Imigrante, e agora Tia Julia e o Escrivinhador e Minha Alma Castelhana - com breves citações de riff do Helmet), resolvi testar o rec level: a gravação do ensaio passado ficou perfeita, e resolvi testar outro volume, então passei de uns 20 (se não me engano) para uns 40. Ouvindo os mp3 em casa a diferença ficou muito grande, e talvez funcione melhor mesmo com rec level mais baixo. Praticamos mais vezes Tia Julia e Minha Alma, e tocamos o cover do Alice in Chains que estamos preparando ("A Looking in View" do espetacular disco mais recente dos caras). O Andrio tava bom de citações e mandou um pouco de "Money For Nothing" do Dire Straits e "Pigs" do Pink Floyd (aquela levada não podia ser do Jota Quest...). Tocamos mais uma vez para registro o riff inaugural do ensaio do Andrio, batizado de "O que é direito?"; mais ou menos como "Chafurdando a Miúda" não conseguíamos compor uma parte complementar daquele riff, mas nessa segunda execução fizemos uma jam com altos e baixos. Ao final, pedi para tocarmos um riff que compus no verão, ouvindo Planet X, e que jamais havíamos tocado juntos (nem o Valmor chegou a arranjar a estrutura): "Calor Ensurdecedor". Temi que o riff, arrastado, pudesse ficar repetitivo, mas os caras logo flagraram um ar meio doom metal, que poderia ser interessante desenvolver.


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

URSO - Ensaio #13 (Music Box, 23.08.2011, 19h)

Meses em hibernação - desde outubro de 2010, no show no Garagem Hermética não nos reuníamos - e finalmente veio a hora de voltar aos ensaios. Rapidamente sincronizamos os horários e elegemos o valoroso Music Box. Levei a Gold Top para a primeira saída de casa, além do PODxt, o CAE wah, o H4n e as Lumix. Fui levado ao estúdio 2, onde já estavam se posicionando o Andrio e o Valmor. O Andrio pegou o Fender, o Valmor teve ainda que buscar o hi-hat, e eu pluguei no Marshall Valvestate (demorou alguns instantes para reconfigurar o ampli). O Brenno chegou e foi o primeiro a se mostrar ready to rock. Tão logo fizemos o teste de volumes, larguei do PODxt e me vali exclusivamente da distorção e do volume do Marshall (e o CAE wah), e rendeu. Só ao final que resolvi aumentar o volume para a marca das 3h, e acho que aí igualei o volume com a guitar do Andrio (ele levou uma Golden, emprestada). Alguém sugeriu que repassássemos o set list habitual, e sem oposição tocamos "Conselhos", "All Black", "Malzbier", "Sem Prejuízo" (a música que deveria ser do Adrenaline Mob, novo projeto do Mike Portnoy, conforme o Valmor) e "Imigrante". Aquecidos, fomos para as duas músicas mais novas: primeiro, "Tia Julia e o Escrivinhador", cujos riffs compus em Xangri-La, no verão de 2011 (dentro da lendária "Xangrila sessions"), e que ganhou uns solos jazzistas do Andrio na parte lenta ao final. Ficou num andamento muito legal, e todos conseguiram se achar. Tocamos duas vezes e partimos para a segunda das novas, "Minha Alma Castelhana". Essa foi inspirada no show que o Valmor e eu assistimos do Glenn Hughes no Beco; resolvi tocar uns riffs que já tinha estocados (Fistful, dentre outros) e reestilizá-los em andamento mais cadenciado, no estilo das músicas pesadas da carreira solo do Glenn Hughes, tipo "Soul Mover", daí "Minha Alma Castelhana". Logo concordamos que é uma música mais física, com palhetadas mais agressivas para atingir o som percussivo com as cordas abafadas. Faltando 10min, o Valmor pedia uma jam, o Brenno sugeriu tocar novamente "Conselhos", e o consenso foi rápido: dá tempo de tocar as duas. E foi a melhor coisa, pois essa versão de "Conselhos que vos deixo" ficou muito boa, e o Valmor desde logo apontou o upgrade na parte que usei o wah (revitalizando uma parte na qual simplesmente fazia ruídos com delay e chorus e harmônicos na 6.ª e 5.ª cordas). Por fim, a jam: o Valmor disse para fazermos um voo livre, e respondi dizendo que não sabia tocar esse clássico do Quarto Sensorial ("Voo Livre" é uma música dos caras que ouvimos no show deles há um mês atrás, e que fará parte do novo CD do QS), então saiu "Buffet livre", logo evoluído para "Buffet aquilo". Com o horário apertado, faltou a foto do retorno da URSO 2011. Voltamos.

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