Imperioso postergar o ensaio # 16 para a última semana de setembro decorrência de uma espécie de "soco no estômago" e o feriado farroupilha. Para esse novo encontro o Brenno trouxe o seu novo baixo Music Man; tem escala menor, mas ele estava bastante satisfeito com o som (um EQ flat já era mais que suficiente para preencher os graves e médios). Os caras já estavam lá quando cheguei (cumprimentos gerais pelos aniversários), então o Andrio foi de ampli Fender e eu com o Marshall Valvestate. Pluguei a Gold Top no PODxt com timbre "Alive", só que o resultado não foi satisfatório. Mexi no EQ várias vezes, e tocamos o set list inteiro nessas condições. "Conselhos", "All Black", "Malzbier", "Sem Prejuízo" e "Imigrante" rolaram praticamente sem intervalo. O Andrio puxou então um som do Coletivo 4'33, e depois fizemos uma boa versão de "Tia Julia e o Escrivinhador". No ensaio #15 faltou executar "Minha Alma Castelhana", então a primeira vez que tocamos ficou precária, mas a segunda já melhorou bastante. O Valmor comentou que estava agilizando o arranjo para "Buffet Aquilo" com base nas versões dos ensaios passados, então não demorou muito para que tocássemos mais uma vez, que ficou bem legal, com novos elementos mais fortes. Sugeri recuperar alguma dos ensaios do ano passado, e tinha em mente "Sai Nadando no Riacho Ipiranga", ou até "Chafurdando a Miúda"; o Andrio invocou "Tocaia" e acabamos tocando uma versão muito boa, apesar de alguns contratempos. Como tive que mudar o timbre para a parte limpa de "Tocaia", resolvi experimentar o timbre "Sandman" com simulação de Mesa Boogie, e o resultado foi um som mais fechado e meio vintage, como se estivesse usando um pouco de fuzz possivelmente. Fato é que o timbre pareceu muito bom, e o Valmor, Brenno e eu tocamos um pouco de "High Ball Shooter", seguida de "Sail Away" (a instâncias do Valmor, e com o Andrio). Ao final me ocorreu o riff de "Sabbath Bloody Sabbath" e achei que ficou muito massa com o timbre. O Andrio na hora fez a parte do vocal do Ozzy, a la "Into the Void". Nada mal seria incluir essa cover. Finalizamos com mais versões de "Tia Julia" (aqui o Tiago apareceu com filha, que aparentemente se apavorou com o som e ficou por instantes na porta da sala do estúdio) e de "Sem Prejuízo".
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
URSO - Ensaio # 15 (Music Box, 06.09.2011)
Véspera de feriado e decidimos antecipar o horário do ensaio, começando às 18h. Se o trânsito estava melhor na Benjamin, por outro lado, o Andrio se atrasou bastante pelo outro lado. Então, o Valmor, o Brenno e eu fizemos algumas jams. Pluguei a Gold Top direto no Marshall JCM900, com apenas o CAE wah (o PODxt ficou só como afinador) e consegui um timbre legal. Sem a referência do Andrio, o volume da minha guitar ficou aceitável para o power trio e improvisamos em cima de grooves do Brenno que o Valmor acompanhou na batera, e eu ia me virando. Admito que mandei mal nos primeiros instantes pois não consegui acertar umas dinâmicas legais para agregar ao que o Brenno e o Valmor estavam tocando. As coisas melhoraram quando recuperei o riff do Andrio do ensaio passado, "O que é direito?", e na jam seguinte o Brenno mandou um som que foi massa tocar um riff tipo Jeff Beck na época "Blow by Blow" e "Wired". Como diz o Valmor, agregando novas cores ao som URSO. Na mesma veia saiu outra jam, e depois seguimos com uma tentativa de tocar "Buffet aquilo", a jam de encerramento do primeiro ensaio do retorno. Aqui o Andrio chegou e o volume subiu junto. E o cara chegou e mandou um baita riff 7/4. Restou-nos o repertório "Conselhos", "All Black", "Malzbier", "Sem Prejuízo", "Imigrante" e "Tia Julia". Faltou tempo para "Minha Alma Castelhana". Setembro terá vários eventos, com show tributo do Andrio para Foo Fighters, e outro dele com a Medialunas (planejamos levar o H4n, que tem sido o MVP dos ensaios, para registrar o áudio).
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
URSO - Ensaio #14 (Music Box, 31.08.2011)
Tanto quanto no ensaio passado, peguei um baita trânsito, cheguei em cima da hora e encontrei no estúdio já se arrumando Andrio e Valmor. Brenno chegou depois e foi o primeiro a ficar pronto. Enquanto ainda ajustava o equipamento, o Andrio trouxe um riff magnifico com vibe Black Sabbath. Aderi à jam, e desde logo ficou claro que o Meteoro Vulcano que me estava disponivel falava bastante alto. Pluguei a Gold Top no PODxt (com timbre que configurei pra tocar Kiss - um pouco mais pesado - simulação do JCM800), no CAE Wah, e diferentemente de todas as outras vezes o meu som estava realmente bem alto, sem perder para o Andrio (que trouxe novamente a Golden com captadores Tex Mex, plugada num ampli Fender). Depois da primeira música fiz uns ajustes mas não acho que encontrei um bom EQ. Gravei tudo no H4n e depois de passarmos o repertório tradicional (Conselhos, All Black, Malzbier, Sem Prejuizo, Imigrante, e agora Tia Julia e o Escrivinhador e Minha Alma Castelhana - com breves citações de riff do Helmet), resolvi testar o rec level: a gravação do ensaio passado ficou perfeita, e resolvi testar outro volume, então passei de uns 20 (se não me engano) para uns 40. Ouvindo os mp3 em casa a diferença ficou muito grande, e talvez funcione melhor mesmo com rec level mais baixo. Praticamos mais vezes Tia Julia e Minha Alma, e tocamos o cover do Alice in Chains que estamos preparando ("A Looking in View" do espetacular disco mais recente dos caras). O Andrio tava bom de citações e mandou um pouco de "Money For Nothing" do Dire Straits e "Pigs" do Pink Floyd (aquela levada não podia ser do Jota Quest...). Tocamos mais uma vez para registro o riff inaugural do ensaio do Andrio, batizado de "O que é direito?"; mais ou menos como "Chafurdando a Miúda" não conseguíamos compor uma parte complementar daquele riff, mas nessa segunda execução fizemos uma jam com altos e baixos. Ao final, pedi para tocarmos um riff que compus no verão, ouvindo Planet X, e que jamais havíamos tocado juntos (nem o Valmor chegou a arranjar a estrutura): "Calor Ensurdecedor". Temi que o riff, arrastado, pudesse ficar repetitivo, mas os caras logo flagraram um ar meio doom metal, que poderia ser interessante desenvolver.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
URSO - Ensaio #13 (Music Box, 23.08.2011, 19h)
Meses em hibernação - desde outubro de 2010, no show no Garagem Hermética não nos reuníamos - e finalmente veio a hora de voltar aos ensaios. Rapidamente sincronizamos os horários e elegemos o valoroso Music Box. Levei a Gold Top para a primeira saída de casa, além do PODxt, o CAE wah, o H4n e as Lumix. Fui levado ao estúdio 2, onde já estavam se posicionando o Andrio e o Valmor. O Andrio pegou o Fender, o Valmor teve ainda que buscar o hi-hat, e eu pluguei no Marshall Valvestate (demorou alguns instantes para reconfigurar o ampli). O Brenno chegou e foi o primeiro a se mostrar ready to rock. Tão logo fizemos o teste de volumes, larguei do PODxt e me vali exclusivamente da distorção e do volume do Marshall (e o CAE wah), e rendeu. Só ao final que resolvi aumentar o volume para a marca das 3h, e acho que aí igualei o volume com a guitar do Andrio (ele levou uma Golden, emprestada). Alguém sugeriu que repassássemos o set list habitual, e sem oposição tocamos "Conselhos", "All Black", "Malzbier", "Sem Prejuízo" (a música que deveria ser do Adrenaline Mob, novo projeto do Mike Portnoy, conforme o Valmor) e "Imigrante". Aquecidos, fomos para as duas músicas mais novas: primeiro, "Tia Julia e o Escrivinhador", cujos riffs compus em Xangri-La, no verão de 2011 (dentro da lendária "Xangrila sessions"), e que ganhou uns solos jazzistas do Andrio na parte lenta ao final. Ficou num andamento muito legal, e todos conseguiram se achar. Tocamos duas vezes e partimos para a segunda das novas, "Minha Alma Castelhana". Essa foi inspirada no show que o Valmor e eu assistimos do Glenn Hughes no Beco; resolvi tocar uns riffs que já tinha estocados (Fistful, dentre outros) e reestilizá-los em andamento mais cadenciado, no estilo das músicas pesadas da carreira solo do Glenn Hughes, tipo "Soul Mover", daí "Minha Alma Castelhana". Logo concordamos que é uma música mais física, com palhetadas mais agressivas para atingir o som percussivo com as cordas abafadas. Faltando 10min, o Valmor pedia uma jam, o Brenno sugeriu tocar novamente "Conselhos", e o consenso foi rápido: dá tempo de tocar as duas. E foi a melhor coisa, pois essa versão de "Conselhos que vos deixo" ficou muito boa, e o Valmor desde logo apontou o upgrade na parte que usei o wah (revitalizando uma parte na qual simplesmente fazia ruídos com delay e chorus e harmônicos na 6.ª e 5.ª cordas). Por fim, a jam: o Valmor disse para fazermos um voo livre, e respondi dizendo que não sabia tocar esse clássico do Quarto Sensorial ("Voo Livre" é uma música dos caras que ouvimos no show deles há um mês atrás, e que fará parte do novo CD do QS), então saiu "Buffet livre", logo evoluído para "Buffet aquilo". Com o horário apertado, faltou a foto do retorno da URSO 2011. Voltamos.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Ensaio The Osmar Band "Einundfünfzig" 21.07.2011
O retorno do micrão (Frank) e do micrinho (o note do Marcelo) permitiram gravar corretamente o ensaio, ouvir músicas antigas, e acessar as letras, timbres de Triton e acordes básicos. Depois de uma versão cisplatina da introdução, renovamos o repertório e várias antigas foram executadas: milonga, uma sobre uma amiga nossa que só tem uma coisa na cabeça, e outras duas. O horário já estava adiantado, então o ensaio foi conciso. Levei o trio BFG, PODxt e CAE wah, e de maneira inédita me senti bastante confortável para tocar tudo (como se eu já estivesse aquecido e tudo mais). Quem estava mesmo aquecido foi o Marcelo, que veio embalado de um churrasco profissional.
sábado, 9 de julho de 2011
Shows XXXVI - Quarto Sensorial (Insano Pub, 05.07.2011)
Foi em 2009 ou 2010 que o Valmor me chamou a atenção para o Quarto Sensorial, uma banda instrumental de Porto Alegre. Ele sabia bem que a dica ia funcionar, pois achei o som dos caras fora de série desde a primeira oitiva, no site deles no MySpace e depois vídeos no youtube. A primeira reação foi a de não acreditar que havia três caras com capacidade para fazer aquele som, que só ouço de bandas gringas (ou então do Azymuth). O trio de guitarra, baixo e batera se dedica ao som instrumental do tipo fusion, com influências nacionais. E vão fundo na inspiração pois não são reprodutores do fusion de Mahavishnu Orchestra, Weater Report e Return to Forever (as mais conhecidas e minhas favoritas do gênero). O som é único e incessante. Os três caras do Quarto Sensorial tocam muito, e aguardava a oportunidade para vê-los ao vivo (e ainda retribuir a parceria do baixista Bruno que testemunhou o primeiro show da URSO, no Jeckyll).
A banda está por lançar mais um disco em 2011, e agendou um show no Insano, que é exatamente na frente do Zaffari da Lima e Silva. Estamos no início do inverno, mais precisamente, na parte rigorosa do inverno, então é uma tarefa sair de casa à noite. Combinei com o Valmor, e já no Insano encontrei o Vinícius. Uma hora de debates, e o show começou. Sem microfones, os caras conversavam com a galera e anunciavam as músicas. Assisti tudo em silêncio, tirando fotos e gravando algumas músicas. Começaram com um cover de uma banda uruguaia, e depois mandaram um samba sensacional. Nesse momento não há como destacar o MVP da banda, pois o trio manda muito: o guitarrista Carlos toca com timbre limpo a maior parte do tempo (ou com bem pouca distorção), o que para mim é dificílimo, sobretudo pela rapidez com que o cara toca as notas - técnica impecável, pois. O Bruno é do tipo de baixista que toca tudo com excelência, sendo responsável pela pulsação das músicas e contribuindo para as melodias. E o baterista Martin é do tipo raro; um cara novo, que toca à moda jazzista com pegada rocker. Realmente impressionante ver esses caras tocando. Algumas músicas novas foram executadas, e a apresentação culminou com um convidado especial - Pablo - que mandou ver num contrabaixo. Essa foi a música com proposta musical mais profunda, bem diferente das demais, com os caras se dedicando por 11min a criar uma massa sonora.
Foi excelente a oportunidade para ver os caras em ação, e agora aguardamos o lançamento do CD e a agilização da dobradinha URSO + QS.
Foi excelente a oportunidade para ver os caras em ação, e agora aguardamos o lançamento do CD e a agilização da dobradinha URSO + QS.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Ensaio The Osmar Band "Fünfzig" (21.06.2011)
Três anos depois do primeiro, encontramo-nos para o 50.º ensaio. O Alemão agilizou o valoroso Totosinho, e após fazer companhia para os 4 cachorros, descemos. Logo o Marcão decretou que o micro (Frank) não poderia ser utilizado, e o Marcelo estava sem o note e sem as anotações, então o ensaio foi só na base da experiência (sem as letras, as anotações dos acordes e dos timbres do Triton, e sem os mp3 para lembrar detalhes de algumas músicas). Restou-nos o repertório que já decoramos. Levei a BFG e lá pelas tantas tive que baixar o volume, pra não ficar tão agressivo. Antes da saideira rolou uma jam sobre os acordes E e A, que acompanhei com uns lances Stones. A regulagem do CAE Wah (no Q, um pouco para mais) ficou bem legal.
Gibson Les Paul Traditional Gold Top
É realmente mais pesada que as demais Gibson com câmaras para alívio de peso. Mas é de excelente tocabilidade. Achava que quem dizia que o peso era importante estava exagerando (superavaliando), mas o fato é que a Traditional é mesmo fantástica nesse ponto. Os captadores Classic 57 são excelentes, mas ouvindo com cuidado com os headphones notei que não consegui reproduzir alguns sons e licks do Ace no "Alive!" tão fielmente quanto com a BFG - ainda não estou certo se é pela diferença entre weight relieved vs chambered, ou Burstbucker 3 vs Classic 57, mas o fato é que está correto quem disse que a Traditional tem o som um pouco mais fechado (a BFG tem o som muito aberto, parece-me - então tá faltando encontrar esse equilíbrio... será a Standard?? Com chambering e Burstbucker Pro?). Seja como for, as disponíveis eram a Gold Top e a Ebony, e a primeira estava bem melhor que a segunda.
domingo, 19 de junho de 2011
Ensaio The Osmar Band "Neunundvierzig" 14.06.2011
Sob a notícia de que o Alemão vai disputar competição no Avaí, encontramo-nos para o 49.º ensaio, e o anfitrião preparou um belo churrasquinho que nos ocupou bem mais tempo que o normal (tivemos ainda um atraso no início dos trabalhos). O tempo restante foi dedicado ao ensaio, e tocamos as principais clássicas, bem como finalmente fizemos a versão de "Help", já que eu lembrei de lembrar o pequeno livro preto de acordes de todas as músicas dos Beatles. Levei a Fender "All Black", PODxt (basicamente timbre Hiwatt c/ e s/ fuzz), H4n, CAE Wah. Tirante as duas primeiras (introdução e aquela do poema antigo do Marcelo), toquei as demais com o captador do braço, dando um timbre mais fechado que me pareceu bem. A modificação no Q do fasel vermelho do CAE me pareceu que ficou bem legal. O micro do Marcelo continuou bichado, então o cara teve que se virar na pastinha com os recortes de letras.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Shows XXXV - Symphony X - Pain of Salvation (Bar Opinião, 07.06.2011, 21h)
Já havia assistido o Symphony X em 2007 (um dos meus vídeos mais visualizados é o de “Sea of Lies”), perdi uma nova apresentação em 2008, e entendi que não poderia perder esse show em 2011. A banda está para lançar novo disco “Iconoclast”, incluiu músicas novas no repertório, e está em turnê pelo Brasil com o Pain of Salvation. Se eu sou fã do SyX e tenho todos os discos da banda, o mesmo não é o caso do POS, que não conheço praticamente nada do trabalho, apesar de já ter recebido muitos comentários positivos do Valmor e do Vinícios.
As apresentações estavam agendadas para começar às 21h, e tudo indicava que POS seria a banda de abertura. Então cheguei sossegadamente no horário marcado, mas na entrada já ouvi um som familiar: era “Of Sins and Shadows” e acabara de perder o início do show do Symphony X.
Menos mal que arranjei um lugar para acompanhar o resto, e assim registrei “Domination”, “Serpent´s Kiss”, “The End of Innocence”, “Dehumanized”, “Set the World on Fire”, “Paradise Lost”.
O set list acabou pouco diferente do show de 2007, até mesmo “The Odissey”, com 24min, foi reprisada. Seja como for, apesar de eu não ter me empolgado tanto, a galera pareceu ter curtido bastante. E os riffs de Michael Romeo são sempre matadores, com um groove Dimebag Darrell que aprecio. O MVP, no entanto, foi Russel Allen, que cantou perfeitamente todas as músicas, com afinação e imposição, e ainda tem presença de palco. Show bom de banda competente.
Os caras mandaram o show quase sem interrupções, então aproximadamente uma hora e vinte a banda deixou o palco para o POS. Demorou bastante a arrumação, então deu tempo para trocar uma ideia com o Valmor, o Vinícius e o Jorge, que há muito tempo não encontrava.
Quando finalmente o POS veio se apresentar, consegui um bom lugar na pista – mas já era tarde para mim. Registrei duas músicas sugeridas pelo Valmor. As músicas dos caras têm momentos pesados perturbadores, sobretudo pela afinação um tom abaixo das guitarras de 7 cordas, e a cavalice dos riffs. Já no “Good evening Porto Alegre” deu para perceber que Daniel Gildenlow canta muito bem – a voz, alta, sai fácil e vem do estômago do cara. A câmera já estava no final da bateria, então aproveitei que o público na pista estava muito mais sossegado do que no show do SyX e cheguei bem perto do palco para tirar fotos, que ficaram legais. Quando o cansaço bateu, me despedi da galera.
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