quarta-feira, 11 de maio de 2005

Fórmula 1 - GP de Barcelona (5.ª etapa, 08/05/2005, 9:00)

Finalmente Raikkonen venceu a primeira corrida da temporada. A McLaren parece ter se encontrado e dado fim à falta de confiabilidade do carro, proporcionando ao finlandês um fim-de-semana de campeão: pole e vitória de ponta a ponta. Antes do 1.º pit stop, a diferença para Alonso/Fisichella era de mais de 20 segundos. O 2.º piloto da McLaren foi Montoya, aparentemente já refeito da lesão no ombro, muito embora tenha rodado na pista durante os treinos e na corrida.

A BAR não participou do GP, pois foi punida em razão de adulteração no peso dos carros na etapa anterior. A equipe correu risco de eliminação do campeonato, mas parece que tal questão restou superada.

No mais, a corrida foi sonolenta. As últimas 20 voltas eu já não consegui acompanhar devidamente. Valeu pela vitória de Raikkonen, que se credencia ao título de pilotos. A prova teve público excepcional, em razão da excelente fase de Alonso. Mas o espanhol e o italiano Fisichella tiveram atuações apáticas, sendo que o primeiro claramente optou por conter-se, pensando em pontuar para o campeonato.

As Toyota desempenharam muito bem: Trulli marcara o melhor tempo no 1.º treino para o grid, largou em 5.º e chegou em 3.º. Ralfinho também correu bastante, chegando em 4.º, um segundo atrás de Trulli. Já a Ferrari foi um desastre. Schumacher teve um pneu traseiro furado, obrigando-o a um pit stop (nestas situações é proibido o reabastecimento). Na volta seguinte, estourou o pneu dianteiro esquerdo na freada do retão. O alemão voltou aos boxes para desistir do GP. Rubinho andou, andou e chegou em 9.º.

1. KIMI RAIKKONEN Finland McLaren-Mercedes 66 1h27m16.830
2. FERNANDO ALONSO Spain Renault 66 27.652
3. JARNO TRULLI Italy Toyota 66 45.947
4. RALF SCHUMACHER Germany Toyota 66 46.719
5. GIANCARLO FISICHELLA Italy Renault 66 57.936
6. MARK WEBBER Australia Williams-BMW 66 1m08.542
7. JUAN PABLO MONTOYA Colombia McLaren-Mercedes 65 1 Lap
8. DAVID COULTHARD Britain Red Bull-Cosworth 65 1 Lap

1. FERNANDO ALONSO Spain Renault 44
2. JARNO TRULLI Italy Toyota 26
3. KIMI RAIKKONEN Finland McLaren-Mercedes 17
4. GIANCARLO FISICHELLA Italy Renault 14
RALF SCHUMACHER Germany Toyota 14
6. MARK WEBBER Australia Williams-BMW 12
7. MICHAEL SCHUMACHER Germany Ferrari 10
JUAN PABLO MONTOYA Colombia McLaren-Mercedes 10
DAVID COULTHARD Britain Red Bull-Cosworth 10
10. NICK HEIDFELD Germany Williams-BMW 9
11. RUBENS BARRICHELLO Brazil Ferrari 8
12. ALEXANDER WURZ Austria McLaren-Mercedes 6
13. JACQUES VILLENEUVE Canada Sauber-Petronas 5
14. PEDRO DE LA ROSA Spain McLaren-Mercedes 4
15. CHRISTIAN KLIEN Austria Red Bull-Cosworth 3
16. FELIPE MASSA Brazil Sauber-Petronas 2
17. VITANTONIO LIUZZI Italy Red Bull-Cosworth

terça-feira, 26 de abril de 2005

Fórmula 1 - GP de Ímola (4.ª etapa, 24/04/2005, 9:00)

San Marino marca o início da temporada européia da F1, e, com isso, aumenta a dificuldade para acompanhar as corridas devido ao horário (9h da manhã). O treino de sábado, às 8h, foi brabo; só vi a metade.

De qualquer maneira, o fim de semana marcou o início da reação da Ferrari de Schumacher, que largou mal (13.º), mas chegou bem (em 2.º, numa reação espetacular). Rubinho falhou devido a problemas elétricos com a F2005.

Raikkonen largou na pole e andou forte até a 8.ª volta, quando o McLaren ficou pelo caminho. Daí em diante, Alonso liderou até o final. Mas o dono da corrida foi Schumacher. É curioso como o alemão, que foi o responsável pelas medidas tomadas pela FIA para tornar a categoria mais competitiva, acabou ele mesmo fazendo a corrida emocionante. Com efeito, as últimas 20 voltas foram empolgantes. Estava em 3.º e saiu no encalço de Button e Alonso, distantes mais de 30s. Tirando 2s por volta, o Schummy passou Button numa indecisão do britânico diante de retardatários. Chegou em Alonso e premiu o espanhol por quase 10 voltas. Por sorte, Alonso não se tremeu e confirmou a boa fase (é um piloto muito mais confiante que no ano passado, quando Trulli era o melhor piloto da equipe).

Villeneuve surpreendeu andando toda a corrida na zona de pontuação, depois de muitas especulações nas últimas semanas de que esta seria a última prova na Sauber. Massa foi combativo, mas foi contido 3 vezes por Coulthard (numa delas perdeu o bico e teve de antecipar o 1.º pit stop, arruinando a estratégia). Webber decepcionou, perdendo posições de maneira banal para Sato e Wurz (?).


1. FERNANDO ALONSO Spain Renault 62 1h27m41.921
2. MICHAEL SCHUMACHER Germany Ferrari 62 0.215
3. JENSON BUTTON Britain BAR-Honda 62 10.481
4. ALEXANDER WURZ Austria McLaren-Mercedes 62 27.554
5. TAKUMA SATO Japan BAR-Honda 62 34.783
6. JACQUES VILLENEUVE Canada Sauber-Petronas 62 1m04.442
7. JARNO TRULLI Italy Toyota 62 1m10.258
8. NICK HEIDFELD Germany Williams-BMW 62 1m11.282


1º Fernando Alonso (ESP) Renault 36
2º Jarno Trulli (ITA) Toyota 18
3º Giancarlo Fisichella (ITA) Renault 10
4º Michael Schumacher (ALE) Ferrari 10
5º David Coulthard (GBR) Red Bull 9
5º Ralf Schumacher (ALE) Toyota 9
7º Rubens Barrichello (BRA) Ferrari 8
7º Juan Pablo Montoya (COL) McLaren 8
9º Mark Webber (AUS) Williams 7
9º Nick Heidfeld (ALE) Williams 7
9º Kimi Raikkonen (FIN) McLaren 7
12º Jenson Button (GBR) BAR 6

segunda-feira, 4 de abril de 2005

Fórmula 1 - GP do Bahrain (3.ª etapa, 03/04/2005, 8:30)

Pouco vi dessa corrida, devido ao horário ingrato (acordar cedo para qualquer atividade, mesmo ver corrida de F1, é brabo). O treino passou às 7:00 de sábado (vi apenas uns 20 min). Alonso confirmou a supremacia da Renualt e dominou o fim de semana, com pole e vitória incontestável.

A Ferrari (que correu com o bico preto, em homenagem ao Papa João Paulo II) antecipou a estréia do novo carro (F2005), e parecia que estava apta a ameaçar a Renault; Schumacher largou em 2.º e acompanhou Alonso de perto por 11 voltas, até abandonar por problemas mecânicos. Rubinho largou em último (deu poucas voltas nos treinos devido a problemas com câmbio, e teve de trocar o motor para a corrida). O brasileiro teve um início empolgante: na 1.ª volta ultrapassou 7 carros, e na 2.ª volta já estava em 10.º. Durante a corrida chegou a andar em 5.º, mas com os pneus Bridgestone deteriorados, foi sendo ultrapassado (foram bons os momentos em que ele tentou defender a posição contra De La Rosa e Webber), e na última volta perdeu a 8.ª posição para Coulthard.

Massa conquistou seus primeiros pontos na temporada, pois não cometeu tantos erros como de costume. Nas últimas voltas ultrapassou Rubinho, e isso foi, no mínimo, irônico.

Destaque da prova foi o espanhol Pedro de La Rosa que substituiu Montoya na McLaren (o colombiano, aparentemente, em uma partida de tênis, teve uma fissura no ombro). Pela primeira vez, De La Rosa contou com um carro de ponta e fez muitas ultrapassagens; cometeu erros, mas todos podem ser imputados à falta de ritmo de corrida. Quem não está conseguindo aproveitar a chance é Fisichella, que abandonou cedo por problemas no carro.

Próximo GP: Ímola, 24/04.

1. FERNANDO ALONSO Spain Renault 57 1h29m18.531
2. JARNO TRULLI Italy Toyota 57 13.409
3. KIMI RAIKKONEN Finland McLaren-Mercedes 57 32.063
4. RALF SCHUMACHER Germany Toyota 57 53.272
5. PEDRO DE LA ROSA Spain McLaren-Mercedes 57 1m04.988
6. MARK WEBBER Australia Williams-BMW 57 1m14.701
7. FELIPE MASSA Brazil Sauber-Petronas 56 1 Lap
8. DAVID COULTHARD Britain Red Bull-Cosworth 56 1 Lap

Campeonato
1 Fernando Alonso Spanish Renault 26
2 Jarno Trulli Italian Toyota 16
3 Giancarlo Fisichella Italian Renault 10
4 Ralf Schumacher German Toyota 9
4= David Coulthard British Red Bull Racing 9
6 Rubens Barrichello Brazilian Ferrari 8
6= Juan Pablo Montoya Colombian McLaren-Mercedes 8
8 Kimi Räikkönen Finnish McLaren-Mercedes 7
8= Mark Webber Australian Williams-BMW 7
10 Nick Heidfeld German Williams-BMW 6
11 Pedro de la Rosa Spanish McLaren-Mercedes 4
12 Christian Klien Austrian Red Bull Racing 3
13 Felipe Massa Brazilian Sauber-Petronas 2
13= Michael Schumacher German Ferrari 2




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segunda-feira, 21 de março de 2005

Grêmio 1x0 Caxias (Gauchão, Estádio Olímpico, 20/03/2005, 16:00)

Início da fase semifinal. Foi bom pegar o Caxias logo agora, pois no domingo passado, em Caxias do Sul, o Grêmio levou um vareio (3x0); em casa, neste domingo, teve a chance de mostrar que aquele jogo havia sido um acidente de percurso.

Sem poder contar com Marcus Vinícius (suspenso), De León improvisou Gustavo como volante e anunciou que o esquema seria 4-3-3, com o ataque Somália-Marcelinho-Márcio Oliveira. Essas modificações, que pareciam assustadoras, acabaram dando certo, com os méritos ao técnico gremista. A verdade é que Márcio Oliveira foi essencial, pois não atuou fixo como atacante (ponta-esquerda). Movimentou-se, conforme a bola estivesse com Marcelinho, com o Grêmio ou com o Caxias. Gustavo foi muito elogiado pelos comentaristas (Wianey na Gaúcha, e os do Bate Bola da TVCOM - melhor programa esportivo, disparado).

Tiago Prado teve atuação destacada no 1.º tempo. Márcio salvou nos últimos 10 minutos, quando o Caxias resolveu atacar; durante toda a partida, a equipe caxiense apenas viu o Grêmio jogar. Mesmo no 2.º tempo, quando o jogo ficou mais tempo no campo do Grêmio, o Caxias não levou perigo.



A vitória surgiu cedo, aos 18 min do 1.º tempo, com um golaço de falta cobrada por Márcio Oliveira. A arbitragem foi de lascar: o pior momento foi no final do 1.º tempo, quando o Grêmio tinha uma falta para cobrar no ataque, quase um escanteio. Gaciba marcou a falta, posicionou a barreira, e quando o jogador do Grêmio estava prestes a chutar, o árbitro encerrou o 1.º tempo. Como disse o Wianey, faltou, no mínimo, bom senso.

GRÊMIO: Márcio 1, Luiz Felipe 2, Alessandro Lopes 3, Tiago Prado 4, Marcinho 6, Nunes 5, Gustavo 8 (Élton), Bruno 9, Marcelinho 7 (Samuel), Márcio Oliveira 11 (Saraiva), Somália 10. Técnico: De León.
CAXIAS: Luiz Müller, Rogério (Camozzato), Samuel, Luciano, Cris, Wellington Monteiro, Ademir Sopa (Everton), Canhoto, Giovani (Eduardo), Fabrício, Guilherme. Técnico: Mano Menezes
Trio: Leonardo Gaciba, Marcos Ibañez, Luís Roberto Guaranha
Público Total: 16.842

Fórmula 1 - GP da Malásia (2.ª etapa, 20/03/2005, 4:00)

Enfim, uma corrida digna de ser vista. Não lembro de ter visto outra com tantas fechadas e com tantas disputas de posição. Foram, no mínimo, empolgantes as "brigas de foice" entre Ralfinho Schumacher, Webber e Heidfeld, e entre Webber e Fisichella (que terminou com o abandono de ambos). A largada também foi momento de tensão e me admirou que não ocorreram acidentes.

Os brasileiros tiveram atuação apagada: Massa não consegue pilotar com regularidade, e Rubinho largou em 12.º e gastou logo os pneus. Aliás, essa regra que impede as trocas de pneus no fim-de-semana foi a responsável direta pelo aumento da competitividade na corrida. Com o calor malaio, os pneus se desgastaram brutalmente, e seguido víamos freadas fortes nas curvas por parte de todos os pilotos. Schumacher foi outro com atuação apagada, mas conseguiu chegar em 7.º.

A McLaren vem fracassando. Räikkönen ainda teve um pneu furado, obrigando-o a completar uma volta inteira com 3 rodas (no meio da última reta antes da reta de chegada, o pneu furado desprendeu-se completamente da roda, deixando detritos na pista).
A Toyota impressionou por ter andado bem nos treinos e na corrida, e parece ser a maior ameaça ao título da Renault. A BAR (que não contou com Sato - virose - e sim com Anthony Davidson) não repete o bom ano de 2004. A RBR não foi brilhante, mas pela 2.ª vez seus 2 carros pontuam.

O calor malaio foi tão violento (50ºC), que no pódio, Alonso e Trulli pouco comemoraram, e o espanhol até dobrou os joelhos mesmo na hora do hino de seu país.

Durante a transmissão da Globo, o destaque, mais uma vez, foi o Luciano Burti, com comentários cada vez mais certeiros. É o único que consegue traduzir e interpretar os diálogos entre as equipes e os pilotos.

1. FERNANDO ALONSO Spain Renault 56 1h31m33.736
2. JARNO TRULLI Italy Toyota 56 24.327
3. NICK HEIDFELD Germany Williams-BMW 56 32.188
4. JUAN PABLO MONTOYA Colombia McLaren-Mercedes 56 41.631
5. RALF SCHUMACHER Germany Toyota 56 51.854
6. DAVID COULTHARD Britain Red Bull-Cosworth 56 1m12.543
7. MICHAEL SCHUMACHER Germany Ferrari 56 1m19.988
8. CHRISTIAN KLIEN Austria Red Bull-Cosworth 56 1m20.835

Campeonato 2005
1 Alonso 16
2 Fisichella 10
3 Trulli, Rubinho, Coulthard, Montoya 8
7 Heidfeld 6
8 Ralfinho, Webber 4
10 Klien 3
11 Schumacher 2
12 Raikkonen 1



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sexta-feira, 18 de março de 2005

Menina de Ouro (Million Dollar Baby)

Sábado passado, no Cinemark.

Ganhador de Oscar de melhor filme, no cinema, eu só havia visto Titanic. E Clint, atuando, jamais em cinema (só no vídeo). De modo que assistir a Menina de Ouro foi, por assim dizer, uma dupla satisfação.
Clint impõe ao seu personagem as características usualmente empregadas em outros de seus filmes: tipo que não demonstra sentimentos, piadas sutis, tom irônico grande parte do tempo, frases espirituosas e de efeito. Mas durante toda a projeção de Menina de Ouro, não me ocorreu nenhuma lembrança dos filmes passados de Clint (tipo Crime Verdadeiro, Poder Absoluto, Mundo Perfeito, The Rookie, Tightrope), o que considero positivo. Não entendo nada de direção de filmes, mas acredito que neste Clint se superou (não por acaso foi o ganhador do Oscar) em comparação com os filmes citados, que são sonolentos ( tem que ser fã para assistir a alguns deles). Desde Sobre Meninos e Lobos que Clint engrandeceu o seu trabalho como diretor.
O filme é bom, especialmente pelo desfecho, que eu particularmente não gostei, mas que pelo menos não é do tipo previsível ou totalmente descartável. Credito as minhas reservas à "virada" na história ao fato de não estar habituado a filmes com esse tipo de final trágico.
Gostei especialmente de 3 momentos/cenas: (1) a transição de uma cena de luta para outra na qual é introduzida a Hilary Swank (a atriz é mostrada, mas por alguns instantes ainda se ouve o público da cena anterior); (2) na seqüência que mostra a Hilary ganhando várias lutas no primeiro assalto, tem uma com a câmara acompanhando a atriz até o meio do ringue, até que ela desaparece e só vemos Clint ao fundo, mas ouvimos que ela derrotou a adversária com poucos golpes (é legal porque não vemos a luta, só implicitamente sabemos que ela ganhou a luta); (3) a cena em que Hilary vê um cachorro com uma garotinha num posto de gasolina, e depois conta para Clint uma história com o seu pai - uma cena aparentemente irrelevante, mas que posteriormente cumpre uma função chave no filme.

segunda-feira, 7 de março de 2005

Fórmula 1 - GP da Austrália (06/03/2005, 0:00)

A temporada 2005 começou bem, com pole e vitória de Fisichella. O fuso horário da Austrália facilitou tremendamente a tarefa de acompanhar as transmissões do treino de sábado (que passou aqui as 23h30min de sexta) e da corrida (meia-noite de sábado para domingo). O novo sistema de classificação teve êxito nesta 1.ª corrida, pois obrigou às McLaren largar no meio do grid, e Schumacher na última fila, uma vez que choveu no meio do 1.º treino, favorecendo o Fisichella que recém completara a melhor volta, em pista seca. Foi legal também ver o Villeneuve largando em 4.º.

Na largada o destaque foi o Coulthard que, irreconhecível dos tempos da McLaren, passou para 3.º na freada da curva, passando o Webber. Villeneuve se deu mal e caiu bastante. Rubinho fez uma bela corrida, como de costume, e acho que será o maior beneficiado com as alterações no regulamento (racionamento no uso de pneus e motores). Mas não dá pra, na 1.ª corrida, fazer que nem o Galvão Bueno, que passou a transmissão inteira dizendo: "Olha que esse é o ano do Rubinho! Tô dizendo que esse é o ano do Rubinho!". Se for, melhor; mas, se não for, normal. Acho desprezível essa de ficar "esquentando" o cara, criando expectativas falsas no público. Afinal, todos conhecemos o Rubinho e sabemos que se TUDO der certo, ele corresponde.
Aliás, acho que já é hora da Globo se utilizar nas transmissões da dupla do SporTV, Sérgio Maurício e Lito Cavalcanti. Os dois são entrosados, fazem comentários curtos, e conhecem bastante automobilismo em todas as categorias (eles ficam longe do "achismo" dos narradores, todos, da Globo e do Reginaldo Leme). Quando sai fumaça de trás de um carro, eles não dizem, simplesmente, "tá saindo fumaça do carro do fulano"; dizem algo do tipo "estourou o câmbio/motor do fulano" ou então que "fulano teve problemas no diferencial".
Foi bom ver a Renault andando de forma competitiva, assim como a Red Bull, que parece que vai ser constante presença na zona de pontuação. Espero que a McLaren (carro mais legal, com os chifres), com Montoya e Raikkonen, mostrem mais competitividade, assim como a Williams.

1. GIANCARLO FISICHELLA Italy Renault 57 1h24m17.336
2. RUBENS BARRICHELLO Brazil Ferrari 57 5.553
3. FERNANDO ALONSO Spain Renault 57 6.712
4. DAVID COULTHARD Britain Red Bull-Cosworth 57 16.131
5. MARK WEBBER Australia Williams-BMW 57 16.908
6. JUAN PABLO MONTOYA Colombia McLaren-Mercedes 57 35.033
7. CHRISTIAN KLIEN Austria Red Bull-Cosworth 57 38.997
8. KIMI RAIKKONEN Finland McLaren-Mercedes 57 39.633

terça-feira, 1 de fevereiro de 2005

Top 10 lugares para comprar cds (em Porto Alegre)

1) PORTO ALEGRE CDS - Galeria Chaves, térreo. Na verdade, a época de ouro dessa loja já passou. Há uns 2 anos, quando situava-se no 2.º andar da mesma galeria, contava com o maior balaio de todos os tempos - tudo por 10 pila. Foi lá que eu completei minha coleção de cds do Black Sabbath (os da década de 80 e 90). Sem contar muitos outros cds memoráveis: Europe - Final Countdown. Fora do balaio, nas paredes, também havia cds fantásticos por preços bons, tipo o Deep Purple King Biscuit Flower Hour (duplo e importado) por 35 pila, ou Dokken Under Lock and Key (importado) por 18 pila. Como toda boa loja, os donos também fazem permuta de cds: foi lá que eu alcancei Yes Yesshows e Relayer, um bootleg do Malmsteen da turnê Fire & Ice. Entretanto, desde que passou para o térreo da galeria, o balaio não tem mais o mesmo vigor, e aquela uniformidade de preço (10 pila) não existe mais. Não por acaso, nunca mais comprei cds por lá.

2) STONED DISCOS - Rua Marechal Floriano. Atualmente conta com o melhor balaio de Porto Alegre (10 pila), onde há 3 meses fiz minha mais recente aquisição: Houses of the Holy do Led. Fora do balaio, os preços são salgados como sempre foram - é a típica loja onde não dá para comprar cds no impulso, tem que pesquisar antes (e não precisa andar muito...). Fiz muitas trocas, numa das quais, na Páscoa de 1994, eu consegui o Alive! do Kiss.

3) BOCA DO DISCO - Rua Marechal Floriano. Foi com o Getúlio que eu fiz os piores negócios com cds. Permutas ruinosas, de vinis e cds. Há mais de 10 anos ficava na na Rua José do Patrocínio, perto do Cine Capitólio. O "Boca" sempre contou com muitos cds bons, e quem visitar regularmente poderá encontrá-los por bons preços (Deep Purple, Dokken, entre outros) no balaio. Atualmente a loja se encontra onde nos meus tempos de colégio era uma locadora de cds memorável (o Giulia deve lembrar perfeitamente...).

4) LIVRARIA SARAIVA - Shopping Praia de Belas. É o melhor lugar para comprar lançamentos, pois os preços, em regra, são razoáveis.

5) MADSOUND - Av. Venâncio Aires. É uma locadora vizinha, que existe desde 1993. Desde os primeiros tempos, o dono teve a iniciativa de vender os cds que não eram muito alugados ou de alguns que não eram bem vendidos. As promoções regulares de vender qualquer cd da parede por 10 pila são fantásticas.

6) MADHOUSE - Galeria na Rua Duque de Caxias. Há alguns anos não existe mais. Sempre contou com lançamentos de todas as bandas que apareciam na Rock Brigade e Top Rock, mas os preços nunca foram convidativos. Foi lá que eu alcancei, no verão de 1996, o Images and Words, depois de chegar da praia enjoado de tanto ouvir axé, pagode e quejandos. Um ou dois anos antes de encerrar as atividades, torraram alguns cds por 10, 15 e 20 pila (foi aí que eu consegui o Tormato do Yes).

7) GRAMMY/CLASSIC ROCK - Galeria Chaves, 3.º andar. Preferia quando ficava na Rua Fernando Machado, quase em frente ao Zaffari. Foi lá que no meu aniversário de 1994 eu comprei o Destroyer do Kiss, importado (não havia sido lançado versão nacional), por 25 pila (na época em que 25 dólares era 25 reais, e dava pra encarar). Por outro lado, quando a grana era curta e a curiosidade, grande, utilizei-me das gravações em K7 de alguns cds, tipo Alive II, Ace Frehley, Trouble Walkin, entre outros. Nos balaios (que não são mais os mesmos...) consegui de barbada aquele duplo ao vivo do Satriani (Time Machine).

8) MEGAFORCE - Galeria na Av. Independência. Sempre contou com cds caríssimos. Melhorou quando começaram a vender cdr, com as capas em xerox colorido. É a loja que eu gostava de ir para ver as capas dos lançamentos, quando essa coisa de internet ainda não era "isso que tá aí".

9) BANANA RECORDS - Shoppings Iguatemi e Praia de Belas. É a loja que só dá para comprar quando tem promoções, como há exatamente um ano atrás (Korn, Incubus, etc). Mas em 1998/1999 dava pra comprar cds excelentes por preço baixo, como o Divine Wings do Symphony X, o Magic do Axel Rudi Pell e o primeiro do Malmsteen. Nessa época tinha um atendedor realmente especialista em heavy melódico (ele tentou uma vez, sem sucesso, me empurrar um dos Keeper... do Helloween).

10) TOCA DO DISCO - Rua Garibaldi. Já não tem mais o fôlego de anos atrás. Melhor época foi entre 1998 e 2001, onde encontrávamos belos cds como Drama do Yes.


terça-feira, 18 de janeiro de 2005

A Lenda do Tesouro Perdido

- vi ontem, 19h10min, no Arteplex, com o grande Daniel. Honestamente, receava que o filme fosse uma porcaria... e o começo da película parecia confirmar esse pré-conceito. Mas as coisas melhoraram consideravalmente depois que o personagem do Cage saiu da Biblioteca do Congresso com a Declaração da Independência, pois a partir daí a ação não parou mais até o final. Naturalmente, a história toda é inverossímel, mas isso nunca foi razão suficiente para um filme ser ruim.

Em tempo: o trailer do Episódio III, aparentemente, dá conta de que será de longe o mais empolgante da nova trilogia.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2004

Melhores de 2004

- categorias do "Reader´s Poll" da revista Guitar World.

Most Valuable Player: Dave Mustaine
Best New Talent: n/a
Best Guitarist: Steve Vai
Biggest Disappointment: RIP Dimebag Darrel
Worst Band: são muitas...

BEST GUITAR ALBUMS OF 2004
Rock: Europe - Start From the Dark
Punk/Alternative: n/a
Metal: Megadeth - The System Has Failed

HALL OF FAME AWARDS
Best Guitarist: Jimi Hendrix
Best Album: Pink Floyd - Dark Side of the Moon

Melhor DVD: G3 Live in Denver (YJM, Satriani, Vai)
Melhor Show: Dr. Sin no Opinião (e Burnin´ Boat na Croco)
Banda nacional: Dr. Sin

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