sábado, 9 de setembro de 2006

Discografia Erga Omnes (BON JOVI)

No começo dos anos 90 eu tinha a convicção de que Bon Jovi era apenas mais uma banda poser de rock farofa com músicas medíocres. Mais tarde evolui para firmar entendimento de que o Bon Jovi se tratava de uma versão juca-bala do Whitesnake, que por sua vez, essa sim seria uma banda de verdade.


O fato é que em 1999, após já ter visto os clips da banda na MTV algumas vezes, comprei na Multisom do Centro o Slippery When Wet numa promoção de barbada. Não por acaso é o melhor disco da banda, indiscutivelmente. Conta com 3 clássicos do hard rock dos anos 80: YOU GIVE LOVE A BAD NAME, LIVIN ON A PRAYER e WANTED DEAD OR ALIVE. As duas primeiras, compostas em parceria com o onipresente Desmond Child, são empolgantes e têm refrôes matadores; a última tem um riff antológico no violão, boa letra, boa levada e bom refrão.

O disco é todo ele um clássico do gênero, pois as demais músicas são boas como a bela balada NEVER SAY GOODBYE, e a boa genérica hard rock I´D DIE FOR YOU. Importa destacar, neste passo, que o álbum foi produzido pelo mitológico Bruce Fairbairn e teve como engenheiro o famigerado Bob Rock.

Mas foi somente em 2002, após as sessões de violão com o Christian, mas já com o ouvido afinado com o hard rock dos anos 80, que experimentou um revival no começo dos anos 2000, que eu fui atrás dos demais álbuns da banda. New Jersey abre com três músicas brilhantes: LAY YOUR HANDS ON ME (com refrão certeiro), BAD MEDICINE (que tenta repetir o riff de YOU GIVE LOVE...) e BORN TO BE MY BABY (cujo "You were born to be my baby and I was made to be your man" remete ao "I was made for lovin´ you babe, you were made for lovin´ me" de I WAS MADE FOR LOVIN YOU do Kiss). Outra música boa é a balada I´LL BE THERE FOR YOU. As demais composições são irregulares, num resultado que se seria recorrente nos álbuns seguintes.

No auge do hard farofa dos anos 80, o Bon Jovi não gravou mais álbuns e seus integrantes se dispersaram - Jon Bon Jovi gravou uma trilha sonora para Young Guns e conseguiu um baita hit na forma de BLAZE OF GLORY. Em 1992, no entanto, acompanhei (sem interesse algum) o renascimento da banda com a gravação de Keep the Faith, que se não me engano, é um dos discos favoritos do Bruce. E não há como culpar o baterista da Burnin´ Boat e líder da Worldengine: Keep the Faith é um álbum forte, com belas composições capitaneadas pela faixa-título, um desde já um clássico. A música de abertura, I BELIEVE, é uma música obscura do repertório da banda e muito boa. I´LL SLEEP WHEN I´M DEAD, salvo engano, tem uma inegável levada Rolling Stones. BED OF ROSES é a balada que fez bastante sucesso na época, mas a minha favorita do álbum é IN THESE ARMS, que tem uma letra interessante e um refrão tipicamente arrasa-quarteirão.

Lá em 2003 ou 2004 eu cheguei a ter o disco These Days, mas honestamente trata-se de um disco bem fraco (talvez não seja de graça que Desmond Child não tenha composto nenhuma das 12 faixas). Crush foi lançado em 2000, eu comprei em promoção na Banana, mas tomou o mesmo destino de These Days (a coleção de cds do Dioberto). As únicas músicas boas de Crush são IT´S MY LIFE e ONE WILD NIGHT.

Em 2002 a banda lançou Bounce, e as guitarras distorcidas de Sambora me impressionaram o suficiente para comprar o disco - mas as guitarras são ouvidas apenas em metade das faixas do disco, pois a outra metade é composta por baladas insípidas (uma delas chegou a fazer parte de trilha sonora de novela da Globo). Seja como for, UNDIVIDED, EVERYDAY (cópia carbono de IT´S MY LIFE), HOOK ME UP e BOUNCE fazem valer o disco.

Bon Jovi ainda lançaria um disco com versões acústicas de certas músicas (This Left Feels Right) e mais um disco de estúdio (Have a Nice Day). O que fica evidente é que Jon Bon Jovi vem perdendo a voz, e a banda, a qualidade das composições.

domingo, 27 de agosto de 2006

Fórmula 1 – GP da Turquia (14.ª etapa, 27/08/2006, 9h)

O tema da vitória, finalmente, voltou a tocar nas transmissões da F1, desta feita para coroar a primeira vitória de Felipe Massa na categoria. O piloto já vinha tendo um desempenho forte nas últimas corridas, e neste fim-de-semana marcou a pole e liderou de ponta-a-ponta, beneficiado que foi por ter parado primeiro nos pits após uma entrada do carro-madrinha (Schumacher ficou atrás, esperando a saída do brasileiro), e também por uma saída de pista de Schumacher, que perdeu alguns segundos e inviabilizou tentativa de ultrapassagem sobre Alonso.

Na largada, as Ferrari fecharam a porta para as Renault e Fisichella levou a pior, perdendo o bico e rodando na frente do pelotão. Raikkonen teve pneu furado.

A corrida teve bons pegas e boas ultrapassagens, notadamente uma de Ralfinho e algumas de Barrichello que chegou em 8.º. O vencedor da prova anterior, Button, chegou em 4.º.

Com o resultado, Alonso livrou 12 pontos de diferença para Schumacher na briga pelo título.

Turkish Grand Prix Results - 27 August 2006 - 58 Laps
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT TIRE LAPS TIME/RETIRE
1. Felipe Massa Brazil Ferrari 58 1h28m51.082
2. Fernando Alonso Spain Renault 58 5.575
3. Michael Schumacher Germany Ferrari 58 5.656
4. Jenson Button Britain Honda 58 12.334
5. Pedro de la Rosa Spain McLaren-Mercedes 58 45.908
6. Giancarlo Fisichella Italy Renault 58 46.594
7. Ralf Schumacher Germany Toyota 58 59.337
8. Rubens Barrichello Brazil Honda 58 1m00.034
9. Jarno Trulli Italy Toyota 57 1 Lap
10. Mark Webber Australia Williams-Cosworth 57 1 Lap
11. Christian Klien Austria Red Bull-Ferrari 57 1 Lap
12. Robert Kubica Poland Sauber-BMW 57 1 Lap
13. Scott Speed United States Toro Rosso-Cosworth 57 1 Lap
14. Nick Heidfeld Germany Sauber-BMW 56 2 Laps
15. David Coulthard Britain Red Bull-Ferrari 55 3 Laps
R Christijan Albers Netherlands MF1-Toyota 46 Accident
R Takuma Sato Japan Super Aguri-Honda 41
R Nico Rosberg Germany Williams-Cosworth 25 Water Pressure
R Sakon Yamamoto Japan Super Aguri-Honda 23 Spin
R Vitantonio Liuzzi Italy Toro Rosso-Cosworth 12 Spin
R Kimi Raikkonen Finland McLaren-Mercedes 1 Accident
R Tiago Monteiro Portugal MF1-Toyota 0 Spin
FASTEST LAP: Michael Schumacher Germany Ferrari 55 1:28.005

DRIVERS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT POINTS
1. FERNANDO ALONSO Spain Renault 108
2. MICHAEL SCHUMACHER Germany Ferrari 96
3. FELIPE MASSA Brazil Ferrari 62
4. GIANCARLO FISICHELLA Italy Renault 52
5. KIMI RAIKKONEN Finland McLaren-Mercedes 49
6. JENSON BUTTON Britain Honda 36
7. JUAN PABLO MONTOYA Colombia McLaren-Mercedes 26
8. RUBENS BARRICHELLO Brazil Honda 22
9. NICK HEIDFELD Germany Sauber-BMW 19
10. RALF SCHUMACHER Germany Toyota 18
11. DAVID COULTHARD Britain Red Bull-Ferrari 14
PEDRO DE LA ROSA Spain McLaren-Mercedes 14
13. JARNO TRULLI Italy Toyota 10
14. JACQUES VILLENEUVE Canada Sauber-BMW 7
15. MARK WEBBER Australia Williams-Cosworth 6
16. NICO ROSBERG Germany Williams-Cosworth 4
17. CHRISTIAN KLIEN Austria Red Bull-Ferrari 2
18. VITANTONIO LIUZZI Italy Toro Rosso-Cosworth 1

CONSTRUCTORS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS CONSTRUCTOR POINTS
1. RENAULT 160
2. FERRARI 158
3. MCLAREN-MERCEDES 89
4. HONDA 58
5. TOYOTA 28
6. SAUBER-BMW 26
7. RED BULL-FERRARI 16
8. WILLIAMS-COSWORTH 10
9. TORO ROSSO-COSWORTH 1

Fórmula 1 – GP da Hungria (13.ª etapa, 06/08/2006, 9h)

A pole de Raikkonen, as punições de Alonso e Schumacher (perderam 2s nos seus tempos, forçando-os a largar no meio do pelotão) e as previsões de chuva para durante a prova prenunciavam que se trataria de uma corrida boa.

A corrida foi magnífica, com incontáveis incidentes. A pista, ora em condições de chuva, ora em condições de tempo seco, deu um nó na cabeça dos pilotos - o exemplo mais eloqüente foi o de Speed, que exigiu pelo rádio pneus para pista seca quando recém se fazia um traçado para tais condições; o resultado foi uma rodada vexatória.

Kubica estreou no lugar do defenestrado Villeneuve e andou muito bem (uma pena foi a desqualificação, pois o cara finalizou em 7.º; aqui se revelou, mais uma vez, o "rabo" do Schumacher).

Alonso e Raikkonen abandonaram. Button, que largou lá atrás, foi conquistando posições e passou a andar o tempo todo entre os 4 primeiros. O britânico tinha uma estratégia diferente da de Rubinho; não é difícil adivinhar quem se deu melhor. Button conquistou sua primeira vitória na categoria, após mais de uma centena de GP´s. A Honda, por conseqüência, teve a primeira vitória no seu retorno à F1. De la Rosa e Heidfeld completaram o improvável pódio de um GP da Hungria histórico.

Hungarian Grand Prix Results - 6 August 2006 - 70 Laps
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT TIRE LAPS TIME/RETIRE
1. Jenson Button Britain Honda 70 1h52m20.941
2. Pedro de la Rosa Spain McLaren-Mercedes 70 30.837
3. Nick Heidfeld Germany Sauber-BMW 70 43.822
4. Rubens Barrichello Brazil Honda 70 45.205
5. David Coulthard Britain Red Bull-Ferrari 69 1 Lap
6. Ralf Schumacher Germany Toyota 69 1 Lap
DSQ Robert Kubica Poland Sauber-BMW 69 1 Lap
7. Felipe Massa Brazil Ferrari 69 1 Lap
8. Michael Schumacher Germany Ferrari 67 3 Laps
9. Tiago Monteiro Portugal MF1-Toyota 67 3 Laps
10. Christijan Albers Netherlands MF1-Toyota 67 3 Laps
11. Scott Speed United States Toro Rosso-Cosworth 66 4 Laps
12. Jarno Trulli Italy Toyota 65 Engine
13. Takuma Sato Japan Super Aguri-Honda 65 5 Laps
R Fernando Alonso Spain Renault 51 Wheelnut
R Kimi Raikkonen Finland McLaren-Mercedes 25 Accident
R Vitantonio Liuzzi Italy Toro Rosso-Cosworth 25 Accident
R Nico Rosberg Germany Williams-Cosworth 19 Spin
R Giancarlo Fisichella Italy Renault 18 Damage
R Christian Klien Austria Red Bull-Ferrari 6 Spin
R Mark Webber Australia Williams-Cosworth 1 Spin
R Sakon Yamamoto Japan Super Aguri-Honda 0 Spin
FASTEST LAP: Felipe Massa Brazil Ferrari 66 1:23.516

DRIVERS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT POINTS
1. FERNANDO ALONSO Spain Renault 100
2. MICHAEL SCHUMACHER Germany Ferrari 90
3. FELIPE MASSA Brazil Ferrari 52
4. GIANCARLO FISICHELLA Italy Renault 49
KIMI RAIKKONEN Finland McLaren-Mercedes 49
6. JENSON BUTTON Britain Honda 31
7. JUAN PABLO MONTOYA Colombia McLaren-Mercedes 26
8. RUBENS BARRICHELLO Brazil Honda 21
9. NICK HEIDFELD Germany Sauber-BMW 19
10. RALF SCHUMACHER Germany Toyota 16
11. DAVID COULTHARD Britain Red Bull-Ferrari 14
12. JARNO TRULLI Italy Toyota 10
PEDRO DE LA ROSA Spain McLaren-Mercedes 10
14. JACQUES VILLENEUVE Canada Sauber-BMW 7
15. MARK WEBBER Australia Williams-Cosworth 6
16. NICO ROSBERG Germany Williams-Cosworth 4
17. CHRISTIAN KLIEN Austria Red Bull-Ferrari 2
19. VITANTONIO LIUZZI Italy Toro Rosso-Cosworth 1

CONSTRUCTORS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS CONSTRUCTOR POINTS
1. RENAULT 149
2. FERRARI 142
3. MCLAREN-MERCEDES 85
4. HONDA 52
5. SAUBER-BMW 26
6. TOYOTA 26
7. RED BULL-FERRARI 16
8. WILLIAMS-COSWORTH 10
9. TORO ROSSO-COSWORTH 1

domingo, 6 de agosto de 2006

Fórmula 1 – GP da Alemanha (12.ª etapa, 30/07/2006, 9h)

Raikkonen surpreendeu a todos e marcou o melhor tempo no treino de classificação. Aparentemente, a equipe errou na dosagem do combustível do finlandês e seu carro estava bem leve; na corrida não deu outra: parou para abastecimentos prematuramente, antes das 10 voltas.

Mas não importa de que posição larga Raikkonen: seja em último, seja na pole, o finlandês sempre chega em 3.º. Schumacher e Massa repetiram a dobradinha da Ferrari e a distância do alemão para Alonso se reduziu para 11 pontos. Rubinho abandonou após o 1.º pit stop, quando vinha bem (o rendimento do seu Honda era superior ao do Renault de Alonso), numa quebra de motor.

Yamamoto estreou no lugar de Montagny na Super Aguri.


German Grand Prix Results - 30 July 2006 - 67 Laps
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT TIRE LAPS TIME/RETIRE
1. Michael Schumacher Germany Ferrari 67 1h27m51.693
2. Felipe Massa Brazil Ferrari 67 0.720
3. Kimi Raikkonen Finland McLaren-Mercedes 67 13.206
4. Jenson Button Britain Honda 67 18.898
5. Fernando Alonso Spain Renault 67 23.707
6. Giancarlo Fisichella Italy Renault 67 24.814
7. Jarno Trulli Italy Toyota 67 26.544
8. Christian Klien Austria Red Bull-Ferrari 67 48.131
9. Ralf Schumacher Germany Toyota 67 1m00.351
10. Vitantonio Liuzzi Italy Toro Rosso-Cosworth 66 1 Lap
11. David Coulthard Britain Red Bull-Ferrari 66 1 Lap
12. Scott Speed United States Toro Rosso-Cosworth 66 1 Lap
13. Christijan Albers Netherlands MF1-Toyota 66 1 Lap
14. Tiago Monteiro Portugal MF1-Toyota 65 2 Laps
R Mark Webber Australia Williams-Cosworth 59
R Takuma Sato Japan Super Aguri-Honda 38
R Jacques Villeneuve Canada Sauber-BMW 30 Accident
R Rubens Barrichello Brazil Honda 18
R Nick Heidfeld Germany Sauber-BMW 9
R Pedro de la Rosa Spain McLaren-Mercedes 2
R Sakon Yamamoto Japan Super Aguri-Honda 2
R Nico Rosberg Germany Williams-Cosworth 0 Accident
FASTEST LAP: Michael Schumacher Germany Ferrari 17 1:16.357

1. FERNANDO ALONSO Spain Renault 100
2. MICHAEL SCHUMACHER Germany Ferrari 89
3. FELIPE MASSA Brazil Ferrari 50
4. GIANCARLO FISICHELLA Italy Renault 49
KIMI RAIKKONEN Finland McLaren-Mercedes 49
6. JUAN PABLO MONTOYA Colombia McLaren-Mercedes 26
7. JENSON BUTTON Britain Honda 21
8. RUBENS BARRICHELLO Brazil Honda 16
9. NICK HEIDFELD Germany Sauber-BMW 13
RALF SCHUMACHER Germany Toyota 13
11. DAVID COULTHARD Britain Red Bull-Ferrari 10
JARNO TRULLI Italy Toyota 10
13. JACQUES VILLENEUVE Canada Sauber-BMW 7
14. MARK WEBBER Australia Williams-Cosworth 6
15. NICO ROSBERG Germany Williams-Cosworth 4
16. PEDRO DE LA ROSA Spain McLaren-Mercedes 2
CHRISTIAN KLIEN Austria Red Bull-Ferrari 2
18. VITANTONIO LIUZZI Italy Toro Rosso-Cosworth 1

1. RENAULT 149
2. FERRARI 139
3. MCLAREN-MERCEDES 77
4. HONDA 37
5. TOYOTA 23
6. SAUBER-BMW 20
7. RED BULL-FERRARI 12
8. WILLIAMS-COSWORTH 10
9. TORO ROSSO-COSWORTH 1

domingo, 16 de julho de 2006

Fórmula 1 – GP da França (11.ª etapa, 16/07/2006, 9h)

A Fórmula 1 voltou aos circuitos europeus, e esperava-se que a Renault (em casa) e Alonso voltariam a andar na frente. A Ferrari, no entanto, liquidou com as esperanças francesas e após um treino de classificação empolgante (que eu não vi), pois teve ultrapassagens entre Alonso e Schumacher (ultrapassagens essas que, salvo engano, ainda não haviam ocorrido nas demais corridas da temporada). Schumacher e Massa, portanto, repetiram Indianápolis e largaram na primeira fila, seguidos de Alonso.

Schumacher manteve a liderança na largada e Massa teve dificuldades para conter Alonso; o brasileiro não afinou e se manteve em segundo (a partir da 2.ª volta, Alonso arrefeceu os ataques). Parecia que a Ferrari conseguiria colocar seus dois carros nos lugares mais altos do pódio, mas a Renault mudou a estratégia de pits e beneficiou Alonso (o espanhol parou duas vezes, contra três dos ferraristas, e alcançou o 2.º posto). A Toyota vem apostando nessa tática de fazer um pit stop a menos que as concorrentes, e conseguiu colocar Ralfinho em 4.º (Trulli abandonou) - não demorará para os pilotos da Toyota passarem os da Honda na classificação geral.

Rubinho e Button foram prejudicados pelo desempenho medíocre da Honda e ficaram pelo caminho. A BMW se apresentou com umas asas muito legais no carro (um chifre igual ao da McLaren e uma "trave de futebol americano" na frente, que o narrador oficial da TV transmissora não gostou).

Montoya se acertou para, na próxima temporada, correr na Nascar; como as atuações do colombiano não vem empolgando, Ron Dennis optou por afastá-lo em favor de Pedro de la Rosa, o piloto reserva que tem mais uma chance para se credenciar à titularidade (na primeira parte da corrida, o espanhol teve dificuldade para passar Weber, mas, ao final, conseguiu pontuar).

French Grand Prix Results - 16 July 2006 - 70 Laps
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT TIRE LAPS TIME/RETIRE
1. Michael Schumacher Germany Ferrari 70 1h32m07.803
2. Fernando Alonso Spain Renault 70 10.131
3. Felipe Massa Brazil Ferrari 70 22.546
4. Ralf Schumacher Germany Toyota 70 27.212
5. Kimi Raikkonen Finland McLaren-Mercedes 70 33.006
6. Giancarlo Fisichella Italy Renault 70 45.265
7. Pedro de la Rosa Spain McLaren-Mercedes 70 49.407
8. Nick Heidfeld Germany Sauber-BMW 69 1 Lap
9. David Coulthard Britain Red Bull-Ferrari 69 1 Lap
10. Scott Speed United States Toro Rosso-Cosworth 69 1 Lap
11. Jacques Villeneuve Canada Sauber-BMW 69 1 Lap
12. Christian Klien Austria Red Bull-Ferrari 69 1 Lap
13. Vitantonio Liuzzi Italy Toro Rosso-Cosworth 69 1 Lap
14. Nico Rosberg Germany Williams-Cosworth 68 2 Laps
15. Christijan Albers Netherlands MF1-Toyota 68 2 Laps
16. Franck Montagny France Super Aguri-Honda 67 3 Laps
R Jenson Button Britain Honda 61 Engine
R Mark Webber Australia Williams-Cosworth 53 Retired
R Jarno Trulli Italy Toyota 39 Brakes
R Rubens Barrichello Brazil Honda 18 Engine
R Tiago Monteiro Portugal MF1-Toyota 11 Mechanical
R Takuma Sato Japan Super Aguri-Honda 0 Clutch

FASTEST LAP: Michael Schumacher Germany Ferrari 46 1:17.111

DRIVERS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT POINTS
1. FERNANDO ALONSO Spain Renault 96
2. MICHAEL SCHUMACHER Germany Ferrari 79
3. GIANCARLO FISICHELLA Italy Renault 46
4. KIMI RAIKKONEN Finland McLaren-Mercedes 43
5. FELIPE MASSA Brazil Ferrari 42
6. JUAN PABLO MONTOYA Colombia McLaren-Mercedes 26
7. JENSON BUTTON Britain Honda 16
RUBENS BARRICHELLO Brazil Honda 16
9. NICK HEIDFELD Germany Sauber-BMW 13
RALF SCHUMACHER Germany Toyota 13
11. DAVID COULTHARD Britain Red Bull-Ferrari 10
12. JARNO TRULLI Italy Toyota 8
13. JACQUES VILLENEUVE Canada Sauber-BMW 7
14. MARK WEBBER Australia Williams-Cosworth 6
15. NICO ROSBERG Germany Williams-Cosworth 4
16. PEDRO DE LA ROSA Spain McLaren-Mercedes 2
17. CHRISTIAN KLIEN Austria Red Bull-Ferrari 1
VITANTONIO LIUZZI Italy Toro Rosso-Cosworth 1

CONSTRUCTORS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS CONSTRUCTOR POINTS
1. RENAULT 142
2. FERRARI 121
3. MCLAREN-MERCEDES 71
4. HONDA 32
5. TOYOTA 21
6. SAUBER-BMW 20
7. RED BULL-FERRARI 11
8. WILLIAMS-COSWORTH 10
9. TORO ROSSO-COSWORTH 1

domingo, 9 de julho de 2006

Copa do Mundo 2006 - ITÁLIA (5)1X1(3) FRANÇA (09/07/2006, Berlin, domingo, 15h, final)


Esperava um 0x0 até a prorrogação e aí a decisão por pênaltis, mas felizmente o árbitro argentino Horacio Elizondo marcou pênalti logo aos 7min de jogo, convertido por Zidane (a bola bateu no travessão e entrou um palmo para dentro e saiu), forçando a Itália a sair para o jogo. Buffon acabou não conseguindo superar o recorde de invencibilidade de Walter Zenga na Copa de 1990.

Não demorou muito: aos 19min, Materazzi pula mais alto, após uma cobrança de escanteio, e cabeceia para o gol. O jogo seguiu equilibrado, mas no começo do 2.º tempo a França estava melhor. As equipes não criaram mais chances perigosas e a prorrogação foi inevitável.

Henry, exausto, foi substituído nos primeiros minutos; Zidane, canditatíssimo a melhor jogador da Copa, discutiu com um zagueiro italiano e deu-lhe uma cabeçada. Buffon fez um estardalhaço para que o auxiliar avisasse ao árbitro o ato anti-esportivo do francês, até que este foi expulso, merecidamente.

Nas cobranças decisivas, apenas Trezeguet errou. Barthez pulou sempre - errado - para o lado esquerdo, mas na última cobrança, de Grosso, mudou o canto e errou novamente: o italiano chutou bem para a esquerda do goleiro e a Itália se sagrou tetra-campeã.

Nenhuma das duas seleções tinham time e futebol para serem campeãs. O título tinha que ser do Brasil. Mas dentre as seleções que jogaram com seriedade e que contaram com jogadores dispostos a vencer, a Itália fez por merecer.

ITÁLIA: Buffon; Zambrotta, Materazzi, Cannavaro e Grosso; Gattuso, Pirlo, Perrota (De Rossi) e Cameronesi (Del Piero); Totti (Iaquinta) e Luca Toni. Técnico: Marcello Lippi.

FRANÇA: Barthez; Sagnol, Thuram, Gallas e Abidal; Vieira (Diarra), Makelele, Malouda, Zidane e Ribéry (Trezeguet); Henry (Wiltord). Técnico: Raymond Domenech.

Árbitro: Horácio Elizondo (ARG), Dario Garcia e Rodolfo Otero (ARG).
Cartões amarelos: Zambrotta (Itália); Diarra, Malouda e Sagnol (França).
Cartão vermelho: Zidane (França).
Gols: Zidane, aos 7 minutos do primeiro tempo; Materazzi, aos 19 minutos do primeiro tempo.

A minha seleção da Copa é a seguinte:

Goleiro: vários bons goleiros atuaram nessa Copa, como Isaksson (Suécia), Hislop (de Trinidad e Tobado, mas que eu não vi jogar), Van der Saar (Holanda), Cech (República Checa). Gostei de Lehmann, Ricardo e Buffon, mas acho que este último é mais merecedor.

Zagueiros: Cannavaro e Lúcio.

Laterais: Burdisso e Lahm.

Volantes: Gattuso (ou Pirlo) e Maniche.

Meias: Zidane e Maxi Rodrigues (Riquelme)

Atacantes: Klose e Henry (Cristiano Ronaldo)

Copa do Mundo 2006 - ALEMANHA 3x1 PORTUGAL (08/07/2006, Stuttgart, sábado, 16h, 3.º e 4.º lugares)


Com melhor preparo físico, a Alemanha se impôs com naturalidade e venceu por 3x1. Os gols foram marcados todos no 2.º tempo: Schweinsteiger, que teve atuações irregulares, experimentou de longa distância e Ricardo aceitou; o mesmo Schweinsteiger cobrou falta para o meio da área e Petit marcou contra; por fim, o alemão completou a feliz atuação e marcou o terceiro. Nuno Gomes entrou quando sua seleção já perdia e fez o gol de honra dos portugueses, aparando de cabeça um cruzamento da direita.

Estranhamente, Figo iniciou o jogo no banco; mais estranho foi a estréia de Kahn, no último jogo dos alemães. Ao que parece, tratou-se de uma homenagem ao goleiro que é ídolo e que fora escolhido o melhor da Copa de 2002. Kahn justificou a escalação e atuou brilhantemente; fez várias defesas difíceis, o que serviu para mostrar o quanto deve ter sido difícil bancar a titularidade de Lehmann. Klinsmann escalou também outros jogadores que não vinham jogando, como Nowotny e Jansen.

Durante o jogo ficou claro que Felipão operou uma verdadeira façanha ao levar a equipe portuguesa tão longe. Deco é um jogador com certo talento, mas limitado; Figo é incapaz de dar agilidade aos lances e mesmo de decidir um jogo; Cristiano Ronaldo fez uma boa Copa, mas precisa de mais experiência - é o mestre das firulas e dos passes com efeito (neste jogo contra a Alemanha ele de um passe incrível - errado é verdade -, no 1.º tempo, algo que eu nunca tinha visto em campo). A minha convicção é a de que se não fosse Felipão o técnico, Portugal teria voltado para casa ainda na 1.ª fase, ou no máximo nas oitavas de final.

ALEMANHA: Kahn, Lahm, Nowotny, Metzelder e Jansen; Frings, Schneider, Kehl e Schweinsteiger (Hitzlsperger); Klose (Neuville) e Podolski (Hanke). Técnico: Jürgen Klinsmann

PORTUGAL: Ricardo, Paulo Ferreira, Fernando Meira, Ricardo Costa e Nuno Valente (Nuno Gomes); Costinha (Petit), Maniche, Deco e Simão; Cristiano Ronaldo e Pauleta (Figo). Técnico: Luiz Felipe Scolari

Árbitro: Toru Kamikawa (Japão), Yoshikazu Hiroshimia e Dae Young Kim (Ambos do Japão)
Cartões amarelos: Frings (A), Schweinsteiger (A), Ricardo Costa (P), Costinha (P), Paulo Ferreira (P) e Schweinsteiger (A)
Gols: Schweinsteiger aos 10 e aos 32 e Petit, contra, aos 15 e Nuno Gomes aos 43 minutos do segundo tempo.
Público: 52 mil pessoas

sábado, 8 de julho de 2006

Copa do Mundo 2006 - FRANÇA 1X0 PORTUGAL (05/07/2006, 16h, München, semifinal)

Pois a França, que começou a Copa sob desconfiança geral (afinal, quase caiu fora na primeira fase, sem marcar gols, pela segunda Copa seguida), superou Portugal de Felipão com um gol de pênalti (para muitos inexistente sobre Henry) convertido por Zidane (que para mim é candidato a craque da Copa).

Torcemos muito por Felipão, mas o jogo que queríamos como final ficou para a decisão do 3.º e 4.º lugares.

PORTUGAL: Ricardo; Miguel (Paulo Ferreira), Ricardo Carvalho, Fernando Meira e Nuno Valente; Costinha (Helder Postiga), Maniche, Deco e Figo; Pauleta e Cristiano Ronaldo. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

FRANÇA: Barthez; Sagnol, Thurram, Gallas e Abidal; Makelele, Vieira, Ribery (Govou), Zidane e Malouda (Wiltord); Henry (Saha). Técnico: Raymond Domenech.

Arbitro: Jorge Larrionda (Uruguai), Walter Rial e Pablo Fandino (ambos do Uruguai)
Cartões amarelos: Ricardo Carvalho (Portugal) e Saha (França)
Gol: Zidane, aos 32 do minuto do primeiro tempo

Copa do Mundo 2006 - ALEMANHA 0X2 ITÁLIA (04/07/2006, 16h, Dortmund, semifinal)

Esta seminfinal conta com um clássico de Copa: os donos da casa, que faziam boa campanha, enfrentariam os italianos que, após um começo sem insipração, têm mostrado um futebol competitivo. Tudo indicava um jogo equilibrado; mas a Itália conta com melhor preparo físico e jogadores mais talentosos.

Assim, a Itália dominou as ações no tempo normal, mas não conseguiram transformar essa superioridade em gols. Os alemães, por seu lado, perderam chances incríveis, especialmente com Schneider no 1.º tempo (chute de fora da área, por sobre o gol) e Podolski no final do jogo. Claramente faltou pernas para a Alemanha - seus jogadores erraram muitos contra-ataques em jogadas bobas (pisando na bola, errando passes, etc).

Do lado da Alemanha, Borowski saiu jogando - no lugar de Schweinsteiger, que caiu de produção durante a Copa - e não foi bem; Ballack é um jogador diferenciado na Alemanha, mas não conseguiu ser decisivo como em 2002 (não marcou um gol sequer, apesar de ter tentado muito nos chutes de longa distância); Schneider agradou no apoio; e Klose se mostrou um excelente atacante: faz gols e assistências para os gols dos outros. A Itália contou com atuações muito boas do zagueiro Cannavaro, dos volantes Gattuso e Pirlo, do lateral Zambrotta. O goleiro Buffon sofreu apenas um gol até agora - e foi um gol contra, no jogo contra os EUA.

Naturalmente o jogo se encaminhou para a prorrogação. De início, a Itália chutou duas vezes na trave. Parecia que o jogo se resolveria nos pênaltis, até que Grosso acertou um chute com efeito, no bico da grande área pelo lado direito, sem chances para Lehmann. Restavam poucos minutos, mas a Alemanha não costuma desistir. Só que num contra-ataque, Del Piero saiu em velocidade e não foi alcançado pelo zagueiro alemão; na saída de Lehmann, Del Piero chutou fora do alcance do goleiro e encerrou a partida.

Foi uma pena, mas foi merecido.

ALEMANHA: Lehmann; Friedrich, Mertesacker, Metzelder e Lahm; Kehl, Ballack, Schneider (Odonkor) e Borowski (Schweinsteiger); Klose (Neuville) e Podolski. Técnico: Jürgen Klinsmann.

ITÁLIA: Buffon; Zambrotta, Materazzi , Cannavaro e Grosso; Perrotta (Del Piero), Gattuso, Pirlo e Camoranesi (Iaquinta); Totti e Luca Toni (Gilardino). Técnico: Marcelo Lippi.

Local: Westfalenstadion, em Dortmund (Alemanha)
Árbitros: Benito Archundia (México), José Ramirez e Héctor Vergara, ambos do México
Cartões amarelos: Borowski, Metzelder (Alemanha), Camoranesi (Itália)
Gols: Grosso, aos 13 e Del Piero, aos 16minutos do segundo tempo da prorrogação

quinta-feira, 6 de julho de 2006

Fórmula 1 – GP do EUA (10.ª etapa, 02/07/2006, 14h)

A Ferrari dominou amplamente o fim-de-semana em Indianápolis; Schumacher e Massa fizeram os melhores tempos. Fisichella alinhou em 3.º e Rubinho em 4.º, na frente de Alonso.

Massa tracionou melhor na largada e fez a primeira curva em 1.º lugar, seguido de Schumacher. Não demorou e as emoções da corrida ficaram sobrestadas pela entrada do carro-madrinha após um acidente na primeira curva que provocou o abandono de Montoya, Raikkonen, Heidfeld (que capotou 4 vezes), Weber, Speed, Klien e Montagny.

Fisichella e Alonso proporcionaram um duelo interessante nas primeiras voltas. Na primeira parada nos boxes, Schumacher, como era previsto, assumiu a ponta. Trulli fez uma corrida consistente - largou dos boxes, com tanque cheio, e parou só uma vez para reabastecimento, finalizando em 4.º.

United Grand Prix Results - 2 July 2006 - 73 Laps
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT TIRE LAPS TIME/RETIRE
1. Michael Schumacher Germany Ferrari 73 1h34m35.199
2. Felipe Massa Brazil Ferrari 73 7.984
3. Giancarlo Fisichella Italy Renault 73 16.595
4. Jarno Trulli Italy Toyota 73 23.604
5. Fernando Alonso Spain Renault 73 28.410
6. Rubens Barrichello Brazil Honda 73 36.516
7. David Coulthard Britain Red Bull-Ferrari 72 1 Lap
8. Vitantonio Liuzzi Italy Toro Rosso-Cosworth 72 1 Lap
9. Nico Rosberg Germany Williams-Cosworth 72 1 Lap
R Ralf Schumacher Germany Toyota 62 Engine
R Christijan Albers Netherlands MF1-Toyota 37 Retired
R Jacques Villeneuve Canada Sauber-BMW 23 Engine
R Tiago Monteiro Portugal MF1-Toyota 9 Damage
R Takuma Sato Japan Super Aguri-Honda 6 Accident
R Jenson Button Britain Honda 3 Damage
R Kimi Raikkonen Finland McLaren-Mercedes 0 Accident
R Nick Heidfeld Germany Sauber-BMW 0 Accident
R Juan Pablo Montoya Colombia McLaren-Mercedes 0 Accident
R Mark Webber Australia Williams-Cosworth 0 Accident
R Scott Speed United States Toro Rosso-Cosworth 0 Accident
R Christian Klien Austria Red Bull-Ferrari 0 Accident
R Franck Montagny France Super Aguri-Honda 0 Accident
FASTEST LAP: Michael Schumacher Germany Ferrari 56 1:12.719

DRIVERS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT POINTS
1. FERNANDO ALONSO Spain Renault 88
2. MICHAEL SCHUMACHER Germany Ferrari 69
3. GIANCARLO FISICHELLA Italy Renault 43
4. KIMI RAIKKONEN Finland McLaren-Mercedes 39
5. FELIPE MASSA Brazil Ferrari 36
6. JUAN PABLO MONTOYA Colombia McLaren-Mercedes 26
7. JENSON BUTTON Britain Honda 16
RUBENS BARRICHELLO Brazil Honda 16
9. NICK HEIDFELD Germany Sauber-BMW 12
10. DAVID COULTHARD Britain Red Bull-Ferrari 10
11. RALF SCHUMACHER Germany Toyota 8
JARNO TRULLI Italy Toyota 8
13. JACQUES VILLENEUVE Canada Sauber-BMW 7
14. MARK WEBBER Australia Williams-Cosworth 6
15. NICO ROSBERG Germany Williams-Cosworth 4
16. CHRISTIAN KLIEN Austria Red Bull-Ferrari 1
VITANTONIO LIUZZI Italy Toro Rosso-Cosworth 1

CONSTRUCTORS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS CONSTRUCTOR POINTS
1. RENAULT 131
2. FERRARI 105
3. MCLAREN-MERCEDES 65
4. HONDA 32
5. SAUBER-BMW 19
6. TOYOTA 16
7. RED BULL-FERRARI 11
8. WILLIAMS-COSWORTH 10
9. TORO ROSSO 1

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