segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Discos essenciais: Pelican "What We All Come to Need" (2009)

Em 2008, aproximadamente, o Valmor comentou pela primeira vez que ouvia bandas de post rock ou post metal, dentre as quais Russian Circles, ISIS e Pelican. Tomei conhecimento na época, mas não me empolguei com o som instrumental. Mais recentemente, em 2010, topei a ideia de formar a URSO para tocar esse tipo de som e fui me inteirar mais a fundo, depois de já ter composto boa parte da primeira leva de músicas da URSO. Então, no decorrer de 2011 adquiri os principais discos dessas bandas pela Amazon. A banda que mais me chamou a atenção, inicialmente, foi Pelican, especificamente por causa de uma música: "The Creeper". Reparei que as bandas de post rock ou post metal não são adeptas de riffs convencionais, mas o Pelican resolveu lançar um disco mais ao meu gosto, o "What We All Come to Need", de 2009, que contém essa grande faixa, "The Creeper". A estrutura é mais facilmente assimilável, com um belíssimo riff principal, seguido de umas boas partes com acordes que marcariam uma espécie de refrão ou ponte, conforme o caso. No entanto, "The Creeper" é a segunda faixa do disco. A primeira é "Glimmer", muito boa, com várias partes: começa com peso e termina com timbres limpos. É uma viagem muito boa por vários climas, e um excelente exemplo do som das bandas do gênero. Outros destaques são "Ephemeral", que tem um momento com riff staccato e umas belas melodias no decorrer, "Specks of Light" com várias partes ótimas e até um dueto espécie de momento Iron Maiden. A única faixa realmente que me parece fraca foi a última, "Final Breath" que não por acaso é a única com vocais (do convidado Allen Epley). Além de ótimas composições, e de boa execução pelos instrumentistas, o álbum me chama a atenção pelo timbre das guitarras. O som é pesado, mas as guitarras não são exageradamente distorcidas, diferentemente do que se poderia pensar. Os riffs são bem definidos, e as guitarras tem gordura. O timbre das guitarras, então, é majestoso ou "huge", em bom português.

Discos essenciais: Derek Sherinian "Planet X"(1999)

O disco que mais ouvi em 2011 foi lançado em 1999; no segundo semestre do ano passado teve um período de uns 2 ou 3 meses que ouvi ininterruptamente todos os dias, no carro, o primeiro disco solo do Derek Sherinian, o "Planet X". Esse álbum foi gravado após a abrupta saída do tecladista do Dream Theater (John Petrucci e Mike Portnoy gravaram dois discos bem sucedidos de prog metal instrumental com Jordan Rudess como Liquid Tension Experiment, e acabaram convidando o cara para ser o tecladista do Dream Theater). O plano de Sherinian era gravar um disco instrumental no qual os músicos tocassem de maneira tão forte que "inspirasse medo na concorrência". Seja como for, Sherinian se aliou a um baterista fenomenal, Virgil Donati, e chamou Tony Franklin e Brett Garsed para completar o time. E o objetivo foi plenamente alcançado: as músicas são ótimas e a tocabilidade perfeita. "Planet X" começa com um petardo em três partes: "Atlantis: Part 1. "Apocalypse 1470 B.C." logo apresenta um trecho no qual teclado, guitarra, baixo e bateria executam licks rapidíssimos em uníssono em tempo quebrado. É a música que dá o tom da performance dos caras. "Atlantis: Part 2. "Sea of Antiquity", por outro lado, já é mais calma, e apresenta um belíssimo solo de guitarra de Brett Garsed, bem melódico e com notas bem escolhidas, sem virtuosismo excessivo. Por fim, a trilogia de abertura encerra com domínio de Sherinian e umas partes progs e quebradas muito legais: "Atlantis: Part 3. "Lost Island". "Crab Nebulae" tem um ótimo riff de guitarra, acompanhado de um teclado climático do Sherinian. Já "Box" tem um riff de teclado que parece bem apreciado pelo tecladista, pois ele retomou em seu último disco solo como faixa de abertura de "Oceana" (de 2011). Mas essa versão original é melhor, sobretudo por contar com mais um belo solo melódico de Garsed. Há versatilidade, vez que "Money Shot" é uma espécie de "Hot for Teacher", e "Day in the Sun" tem uma levada faceira, demonstrando que Donati sabe tocar com groove, além dos tempos quebrados. Nessa é muito legal o tema de teclado/guitarra. "State of Delirium" é uma das minhas favoritas: tem andamento arrastado, um tema simples, e ótimos solos de Sherinian, com timbres matadores. "Space Martini" tem uma levada incrível do Donati, na qual se destaca a técnica do cara no bumbo duplo. "Brunei Babylon" fecha o disco perfeito com mais timbres marcantes e solos enérgicos do Sherinian. A partir desse disco, Sherinian dedicou-se a lançar discos solo sob seu nome, bem como discos com Donati denominando a banda de Planet X.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Show URSO #3 (12.01.2012, Garagem Hermética)


Em 2010 fizemos dois shows, em setembro e outubro. Só que em 2011 por várias razões acabamos nos concentrando nos ensaios e nas composições. Há mais ou menos um mês surgiu a possibilidade de fazer um show no Garagem Hermética, em janeiro/2012, abrindo para duas bandas: Mono e Os Pontas (de Sorocaba/SP). Rapidamente acordamos quanto ao repertório e fizemos dois bons ensaios, o último dos quais no próprio dia do show. O equipamento ficaria por conta dos visitantes, então apenas combinamos de nos encontrar no Garagem lá pelas 19h30min, 20h. Só que às 19h caiu uma tempestade em Porto Alegre. Esperei a chuva passar, mas quando cheguei no Garagem a pancada veio de novo. Fiquei uns 15min do lado de fora, mas enfim, é rock'n'roll, o cara do Garagem abriu a porta e pude esperar a galera no seco. Em seguida chegaram Brenno, Valmor e Andrio e Liege. Mais além chegaram várias pessoas, e logo vi que era o pessoal d`Os Pontas. Galera gente boa, nem precisou passar o som, pois os caras já têm a manha. Só que eles só têm um guitarrista, e consequentemente um ampli de guitarra, um Fender Frontman 212R. O Andrio foi buscar o Tremendão dele com o Brenno, e ali temi, pois sei o quanto ruge esse ampli do Andrio. Por via das dúvidas, a Liege encomendou o seu Distortion da Boss para o caso do ampli Fender não ter drive o suficiente. Na volta, fizemos a passagem de som. Tocamos "Conselhos" e "Imigrante". E o ampli Fender dos Pontas mandou muito bem. Um baita volume (deixei entre 4 e 5 e o som tava alto pra caramba - mesmo assim botei o meu booster em cima... hehe) e o drive bem crocante (acho que deixei no 7). O EQ já estava pré-definido pela galera dos Pontas e resolvi não mexer (a não ser tirar o reverb, que estava no 10, para 0). Só mudaria o EQ se houvesse extrema necessidade. O som ficou grandioso. Realmente gostei muito desse ampli Fender Frontman 212R (já conhecia de nome, tem preço acessível, não é valvulado, e tem 100w de potência... mas tudo isso não seria importante se a distorção fosse ruim. E o drive é ótimo, me fazendo lembrar o timbraço que eu tirei na época da gravação do CD da Burnin' Boat quando fui gravar "Noise Garden" com a Squier do Valmor num ampli Fender do estúdio da época). O Valmor ligou o Mac no PA do Garagem para o tímpano e o resultado ficou legal. Posicionamos as câmeras (uma para cada, praticamente) e o gravador (H4n).

Queríamos tocar o mais pontualmente possível: 23h. Só que a galera demorou para chegar. E a chuva não contribuiu com algumas presenças antecipadas. Quem chegou cedo e confirmou a presença antecipada foram os grandes Felipeta, Pedro, Vinícius, Luciano e a Cris. Pouco antes das 23h30min subimos ao palco, afinamos os instrumentos, e abrimos os trabalhos com "Os Conselhos que Vos Deixo". Aqui o primeiro imprevisto, que foi o excesso de boosters na hora do meu "solo": o da Ibanez e o do CAE wah. Consegui desativar o Ibanez no decorrer. No mais, sem transtornos.

"All Black" ficou muito boa, sobretudo na parte em que todos tocam em uníssono o segundo riff: ficou bem pesado e marcante. Seguimos com uma das músicas que tenho favorecido ultimamente: "A Morte, o Bem e o Malzbier Livre". Sem microfones, a comunicação ficou meio prejudicada com o público. Então enfileiramos nossas músicas. Fomos adiante com "Sem Prejuízo", "Tia Julia e o Escrivinhador", "Minha Alma Castelhana" (anunciada pelo Andrio) e "Imigrante" (acabou que não ouvimos o tímpano, pois o PA estava direcionado para a galera e não tínhamos o retorno). A Liege, depois, deu o toque que a parte com o tímpano ficou de arrepiar, e tenho certeza de que, no decorrer, o chão tremia com o som do baixo do Brenno. "Imigrante", dedicada ao aniversariante Pedro, era a última que preparamos para o show. Só que ao final a galera pediu por mais de forma bem enfática, e não podíamos recusar o apelo sincero. Advertimos que não era uma música preparada adequadamente, mas mandamos "Buffet Aquilo". Deu tudo certo, mandamos bem, e foi legal o Felipeta comentar que não tinha entendido o que havia se passado nessa última música. Realmente, é a mais diferente de todas do repertório, o que é bom. Durante a apresentação as combinações todas deram certo, e tive que me acostumar a tocar no escuro. Diferentemente do show de outubro/2010, dessa vez praticamente não teve luz no palco, e por essa razão as imagens da minha câmera são totalmente escuras. Valeu a gravação do áudio com o H4n: ficou espetacular o som, com os instrumentos bem definidos, além da reação da galera ao final das músicas. Instrumento indispensável esse H4n.

Já era tarde, tínhamos compromisso para as primeiras horas úteis de sexta, então o Brenno, o Valmor e eu acabamos não acompanhando a performance d`Os Pontas. Tenho certeza que mandaram bem e quebraram tudo.

A volta aos ensaios já está marcada. E é certo que teremos novas composições.

















URSO - Ensaio # 25 (12.01.2012, Music Box)

Com o show marcado para 12.01.2012, no Garagem Hermética, não restou outra escolha além de agendar ensaio para o mesmo dia do show, no meio das minhas férias. Pratiquei o máximo que pude nas primeiras semanas de 2012, e levei para o ensaio o equipamento que usaria no show (Fender All Black, CAE wah, booster, flanger e PODxt para afinador - o delay apenas para "Almoço no Filhote", que não entrou no set list). Tocamos duas vezes o repertório. O Valmor resolveu por em prática a ideia de utilizar um som de tímpano para a parte pesada de "Imigrante", e para tanto levou o Mac e uma parte da bateria eletrônica. O resultado foi satisfatório e a iniciativa aprovada (na primeira execução, no ensaio, rimos muito pois o som do tímpano realmente é marcante). Tocamos, ainda, "Buffet Aquilo" e "Almoço no Filhote" (com timbre limpo não ficou tão legal, tem que colocar um pouco de drive). Rolou um riff espontâneo rocker com parte dos acordes do "grunge apaixonado", e aproveitei outra oportunidade para tocar um pouco um riff antigo da Burnin' Boat a instâncias do Valmor. Mais além nos encontraríamos para o show no Garagem Hermética.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

URSO - Ensaio # 24 (27.12.2011, Music Box)

A última semana de 2011 e a iminência da confirmação da primeira apresentação da URSO em 2012 (depois de mais de um ano da mais recente) nos proporcionou um ensaio em horário incomum e muito bom. Como contaríamos com a sala boa (a par), que tem um Fender para o Andrio e um Marshall JCM900 para mim, resolvi levar o equipamento que servirá para o show (Fender All Black, CAE wah, booster, flanger, delay - o PODxt apenas para afinação) e me concentrar no timbre. O Andrio trouxe duas guitars para o caso da Golden falhar na hora H. Passamos o repertório duas vezes (entre uma e outra tocamos "Buffet Aquilo" e duas vezes "Almoço no Filhote", a primeira meio corrida e a outra melhor). Na primeira passagem (EQ flat) achei meu timbre muito agudo (isso não fica tão claro na gravação), e na segunda melhorou quando reduzi o "presence", e um pouco do agudo. O Andrio, apesar do EQ com "middle" no 7 ou 8 e agudo no 6 ou 7 (e baixo no 3 ou 4), tem timbre muito mais encorpado. Talvez os captadores da minha Strato sejam mais estalados mesmo já que tendem a ser inspirados nos captadores antigos, mais magros. Enfim, vamos adiante. Utilizei o flanger em várias oportunidades, tentando encontrar as melhores partes (e cuidando para não ligar na mesma hora que o Andrio estiver mandando ver no chorus). Mais importante foi poder ouvir com clareza as partes nas quais faço uns "solos", como em "Conselhos", "Sem Prejuízo" e "Imigrante" (curtindo bastante o som do CAW wah, e achando o ponto ideal do sweep). Ao lado do Brenno consegui ouvir numa boa algumas das minhas linhas de baixo favoritas (a que acompanha os riffs principais de "All Black" e "Almoço no Filhote", dentre tantas outras). Esses ensaios têm servido sobretudo para eu e o Valmor dominarmos as músicas e aprimorarmos a performance. Acredito que é o caso.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

URSO - Ensaio # 23 (23.12.2011, Music Box)

O Brenno esteve afastado nas últimas duas semanas, e diante da perspectiva de um show URSO para o início de 2012 conseguimos horário para o meio da tarde de sexta-feira, 23/12. O Andrio levou a irmã (Dana) para se acostumar com o som forte, e chegamos todos basicamente na hora. Particularmente levei para estrear o booster, o flanger e o delay, aos quais acrescentei os velhos CAE wah e o Jackhammer. O PODxt foi utilizado apenas como afinador. A sala dedicada ao horário impar não é tão boa em termos de equipamento. O Valmor queixou-se da caixa de batera e eu não me abri muito para o Marshall Valvestate (diferentemente do JCM900 da outra sala). Passei o tempo todo tentando limpar o som, deixá-lo alto e definido, mas pelo que ficou da impressão na hora e na gravação as coisas só pioraram no decorrer (na hora achei que mandar ver no "Contour" era uma boa, mas pode ser que tenha sido ruinoso). Logo de início o Andrio passou por aperto pois a Golden Strato estava com problemas de contato. Disponibilizei a ferramenta e o Brenno deu uma força, mas o prejuízo foi o cara ter que se conter o ensaio todo. Puse-mo-nos ao repertório, alterando apenas a ordem para encerrar com "Imigrante". Seguimos, então, com "Conselhos", "All Black", "Malzbier", "Sem Prejuízo", "Tia Júlia e o Escrivinhador", "Minha Alma Castelhana", "Imigrante". Tocamos rapidamente "Got to Choose" do Kiss, e depois repetimos o repertório.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Ensaio The Osmar Band "Vierundfünfzig" 06.12.2011

O segundo tempo da minha rodada dupla de 06.12.2011 foi com a Osmar Band. Tinha me programdo para ir direto após o ensaio URSO, mas não havia recebido o chamado, então fui aguardar em casa. Meia-hora depois e já estava reunido com os caras para o 54.º ensaio. Depois da calibragem, descemos e mantivemos a média de boas performances. Fizemos uma jam C-F, e depois o Marcelo chamou uma das antigas, em homenagem ao tempo que o Alemão ia seguido para São Paulo, e toda vez acontecia algum evento marcante. Reparamos o equívoco de não iniciar com a introdução, seguida da letra antiga do Marcelo. O Alemão chamou no piano e tocamos a do bairro inverossímil. Em uma jam blues de F-C o Marcelo criou letra nova, mas depois lembrei que na verdade já havia uma letra boa para essa levada, e então recuperamos essa. Quando o Marcelo começou a contar as novidades da Vitória, lembrei que ele podia contá-las para a nossa bossa sempre improvisada. A reta final do ensaio foi com três clássicas muito bem executadas (a clássica do primeiro ensaio, a do livro de posições, e a do sotaque paulista).

URSO - Ensaio # 22 (06.12.2011, Music Box)

Todos tiveram compromissos e semana passada não houve datas disponíveis. Agendamos para a primeira semana de dezembro o 22.º ensaio, para o qual me programei com antecipação, mas tive que mudar a estratégia pelo fator climático (chuva no final da tarde) e a confirmação da rodada dupla (na saída teria ensaio com a Osmar Band). Nessas condições, levei a Fender All Black (estava na afinação padrão, mas as cordas novas - EB 11-48 - se adaptaram rapidamente ao drop-C), PODxt (bypass, distorção do JCM900 do estúdio - apenas utilizei o preset "Filhote" para "Almoço no Filhote"), Jackhammer (tentei compensar o timbre agudo com os controles de bass e treble, mas ficou treble assim mesmo...), CAE wah (mais H4n e as Lumix). O Andrio e o Brenno tinham novidades: o primeiro veio pela primeira vez com a Fender Jaguar (que mandou muito bem, sendo certo que o timbre menos estalado, como apontou o Andrio, ficou mais evidente na parte lenta de "All Black", e o "grunge apaixonado" em "Sem Prejuízo" ficou bem bonito), e o Brenno trouxe pela primeira vez esse ano o seu arsenal de pedais analógicos/antológicos, com o acréscimo de um Nano compressor (ou algo assim), que lhe permitia deixar as notas mais altas e agudas. Foram marcantes os momentos que o cara mandou ver com a distorção e o oitavador (este último, sobretudo, na parte pesada de "Imigrante", na qual senti o chão tremer). Outro "Momento Lucky Strike" foi no meio de "Minha Alma" que o cara pegou uma baqueta para tocar com a mão direita. Com meu atraso na chegada, pluguei tudo na correria, enquanto o Valmor e o Brenno já iniciavam "Conselhos". O timbre acabou ficando meio agudo demais (tentei adequar no decorrer), e seguimos com o repertório: "All Black", "Malzbier", "Sem Prejuízo", "Imigrante", "Tia Julia e o Escrivinhador" (não gravou áudio, a partir daqui tem vídeo), "Minha Alma Castelhana", "Buffet Aquilo" (duas vezes, uma sem click para o Valmor, outra com - que o Valmor preferiu), "Almoço no Filhote" (duas vezes). Os caras tinham compromisso, então saímos com alguns minutos de folga. Todas estão bem ensaiadas, faltando apenas pegar firmeza no início de "Minha Alma Castelhana", e em "Buffet Aquilo" e "Almoço no Filhote". Próxima semana será de folga e retomamos no recesso.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Ensaio The Osmar Band "Dreiundfünfzig" 29.11.2011

O Alemão voltou do Hawaii, o Marcelo voltou de Brasília, e o Marcão e eu estamos por aí. Nada levava a crer que depois de mais de um mês teríamos um ensaio. Mas o pessoal, no final da tarde, atendeu ao chamado e inacreditavalmente estávamos aptos ao 53º ensaio. Depois de nos inteirarmos das novidades, e de conferirmos a nova dinâmica da rua do Alemão, descemos para sairmos bastante tempo depois. Levei a Fender, o PODxt, CAE wah e utilizei uns timbres tranquilos (o simulador de Plexi limpo e com distorção). Fizemos algumas jams, e só no decorrer que tocamos a introdução, a do bairro inverossímil, a do sotaque paulista (quase germânico nos últimos versos), e (no final) a do político influente. O Marcelo atestou a utilidade do ipad2 do Alemão quando resgatamos a letra, acordes e até a versão original de uma clássica do Lulu Santos, que serviu de base para uma letra do Marcelo sobre o Alemão no Hawaii. Saímos com a convicção de que temos um repertório que podemos tocar bem sob qualquer condição.

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