Os últimos GPs em Montreal foram emocionantes, e esse fato aliado ao horário da transmissão, fazem esse grande prêmio um dos meus favoritos da temporada. A etapa do ano passado, todos sabem, foi marcada pelo acidente impressionante de Kubica. Pois o cara contou com a sorte para conquistar sua primeira vitória na categoria. Massa não fez uma boa tomada, e largou em 5.º. Hamilton foi o pole position, seguido de Kubica, Raikkonen e Heidfeld.
Pouco antes dos primeiros pits, o carro-madrinha ingressou na pista e vários pilotos aproveitaram para abastecer/trocar pneus. Raikkonen entrou na frente de Massa, e se pensou que o brasileiro sairia prejudicado por perder mais tempo nos boxes. Ocorre que o finlandês saiu junto com Kubica e os dois tiveram que parar lado a lado na saída dos boxes, vez que o sinal estava fechado. Hamilton, no entanto, não reparou no sinal vermelho e tentou desviar para a esquerda, acertando em cheio Raikkonen. Os dois abandonaram (Rosberg, que vinha ainda atrás perdeu o bico) e Kubica saiu ileso. Tudo isso serviria para Massa conquistar várias posições e ficar numa situação bastante favorável, mas em mais um erro crucial da Ferrari (a máquina de injetar combustível não funcionou) o brasileiro teve que dar uma volta e retornar aos boxes para o abastecimento; aparentemente mudou-se a estratégia, e resolveram completar o tanque para que o brasileiro fizesse a corrida sem voltar aos boxes. Assim, o cara ficou com o carro pesado, sem condições de brigar por posições, e deteriorando o pneu (o que não livrou Massa de parar mais uma vez).
O GP teve umas disputas bem interessantes. Piquet vinha bem, fazendo algumas ultrapassagens, e estava logo atrás de Alonso. O engenheiro recomendou que ele se posicionasse ali mesmo, pois tudo indicava que conseguiria pontuar. Mas Piquet rodou sozinho, caiu para último e depois abandonou. Muitos pilotos não pararam quando o carro-madrinha esteve na pista, dentre os quais Barrichello, que chegou a liderar a prova por algumas voltas. Massa foi o responsável pela ultrapassagem mais espetacular da corrida, ao superar na mesma curva com uma só manobra Kovalainen e Barrichello.
Canadian Grand Prix Results - 8 June 2008 - 70 Laps
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT LAPS TIME/RETIRE
1. Robert Kubica Poland BMW Sauber 70 1h36m24.447
2. Nick Heidfeld Germany BMW Sauber 70 16.495
3. David Coulthard Britain Red Bull-Renault 70 23.352
4. Timo Glock Germany Toyota 70 42.627
5. Felipe Massa Brazil Ferrari 70 43.934
6. Jarno Trulli Italy Toyota 70 47.775
7. Rubens Barrichello Brazil Honda 70 53.597
8. Sebastian Vettel Germany Toro Rosso-Ferrari 70 54.120
9. Heikki Kovalainen Finland McLaren-Mercedes 70 54.433
10. Nico Rosberg Germany Williams-Toyota 70 54.749
11. Jenson Button Britain Honda 70 1m07.540
12. Mark Webber Australia Red Bull-Renault 70 1m11.299
13. Sebastien Bourdais France Toro Rosso-Ferrari 69 1 Lap
R Giancarlo Fisichella Italy Force India-Ferrari 51 Spin
R Kazuki Nakajima Japan Williams-Toyota 46 Accident
R Fernando Alonso Spain Renault 44 Spin
R Nelson Piquet Brazil Renault 39 Brakes
R Kimi Raikkonen Finland Ferrari 19 Accident
R Lewis Hamilton Britain McLaren-Mercedes 19 Accident
R Adrian Sutil Germany Force India-Ferrari 13 Gearbox
FASTEST LAP: Kimi Raikkonen Finland Ferrari 14 1:17.387
DRIVERS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT POINTS
1. ROBERT KUBICA Poland BMW Sauber 42
2. LEWIS HAMILTON Britain McLaren-Mercedes 38
FELIPE MASSA Brazil Ferrari 38
4. KIMI RAIKKONEN Finland Ferrari 35
5. NICK HEIDFELD Germany BMW Sauber 28
6. HEIKKI KOVALAINEN Finland McLaren-Mercedes 15
MARK WEBBER Australia Red Bull-Renault 15
8. JARNO TRULLI Italy Toyota 12
9. FERNANDO ALONSO Spain Renault 9
10. NICO ROSBERG Germany Williams-Toyota 8
11. KAZUKI NAKAJIMA Japan Williams-Toyota 7
12. DAVID COULTHARD Britain Red Bull-Renault 6
13. TIMO GLOCK Germany Toyota 5
SEBASTIAN VETTEL France Toro Rosso-Ferrari 3
RUBENS BARRICHELLO Brazil Honda 5
16. JENSON BUTTON Britain Honda 3
17. SEBASTIEN BOURDAIS France Toro Rosso-Ferrari 2
CONSTRUCTORS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS CONSTRUCTOR POINTS
1. FERRARI 73
2. BMW SAUBER 70
3. MCLAREN-MERCEDES 53
4. RED BULL-RENAULT 21
5. TOYOTA 17
6. WILLIAMS-TOYOTA 15
7. RENAULT 9
8. HONDA 8
9. TORO ROSSO-FERRARI 7
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Ensaio - The Osmar Band - #04 11.06.2008
Era para ter sido na terça, dia 10, mas o Alemão ficou indisponível repentinamente, e durante a quarta, dia 11, agilizamos o ensaio para depois de meu compromisso semanal. Coincidiu que na hora em que cheguei o Marcão se despediu; é uma tradição dos caras fazer uma música em "homenagem" ao faltoso, e isso chegou a ser aventado durante o ensaio, mas talvez pelo fato de que a ausência fora involuntária, acabamos não compondo a fatídica "homenagem". A falta do Marcão acabou sendo determinante em relação à produção do ensaio, e foi aí que tive a oportunidade de refletir sobre como é importante a formação original (de qualquer banda) e a química entre os integrantes. O Marcelo concordou comigo, que a ausência do Marcão foi sentida. Seja como for, tocamos assim mesmo. A primeira foi uma seqüência de acordes muito interessante do Alemão, que acompanhei de todos os jeitos que conheço (acordes, tônicas, dedilhados, com terças e quintas, etc e tal). Se não me engano é C-Bb-G#-G-F-Eb-D(alguma coisa, mas toquei como se fosse D simplesmente)-C. Tentei compor uma balada nova, no estilo de umas outras duas já clássicas, e toquei uns acordes G-D-G-D e depois C-D-GDC, bem básicos e tal, mas não achei muito satisfatório. Fizemos ainda a versão sem bateria para a que está sendo ensaiada para eventual divulgação. Tocamos "Fear of the Dark", piano e guitarra (com timbre de violão acústico), que teve alguns bons momentos. Apesar de ter faltado um pouco de álcool, tentei cantar e tocar "Smoke on the Water". O Marcelo acompanhou o vocal, então o resultado pode não ter ficado tão vexatório, pois logo no início percebi que não conseguiria manter a afinação, e também não conseguiria acompanhar na guitarra aquele dedilhado básico G-F-G (aquela pegadinha na passagem de F de volta para G não acertei nenhuma vez). Fizemos mais uns covers, graças às letras com cifras do Marcelo: "My Way" do Camisa de Vênus, "Amigo" do Roberto Carlos (que ficou muito legal - nunca tinha prestado atenção na letra, que é bala também), e uma do Elvis ("I can´t help falling in love with you"). Depois passamos o resto do tempo ouvindo gravações antigas dos caras, incluindo gravações de uns 20 anos de idade (versões muito engraçadas de "Help" e "Let it Be").
domingo, 8 de junho de 2008
Ensaio - The Osmar Band - O n.º III foi em 05.05.2008
Achei que dessa vez os caras estariam dispostos exclusivamente a acertar um dos clássicos deles para uma eventual gravação e divulgação; bem, começamos com esta, mas logo evoluímos para outras do repertório deles. Uma tem uma levada muito legal no violão (o Alemão empunha um com cordas de aço, muito bom, e eu utilizo a simulação do "feijãozinho", que é o efeito que mais recorrente nos ensaios pela versatilidade) nos acordes G e C, com umas firulas do Alemão durante o G que levei um tempo para assimilar. A letra é impublicável, e o Marcelo MAB e o Marcão surpreenderam nos vocais harmonizados. Aliás, os versos são quase refrões de tão radiofônicos, e essa "melodia" ficou nos meus ouvidos até minutos atrás. A segunda das legais tem um ar Pink Floyd; então utilizei o preset que tem o nome de uma música da banda e acompanhei os acordes C-F e C-G-F. Finalmente percebi que o Alemão é um excelente instrumentista, mas gosta de fazer as coisas no seu próprio timing, o que traz problemas aos que tentam acompanhar, como é o meu caso; assim, tive um pouco de dificuldade de acertar onde encaixar os acordes, mas em todo o caso o efeito foi muito bom. A letra é um dos antigos textos do Marcelo que se encontram disponíveis nos seus Pensamentos Silenciosos. A terceira das melhores foi a última do ensaio, e foi tocada quando já tinha guardado todo o equipamento, então era só teclado, batera e vocal; é uma música atípica da banda, pois parece ausente a gozação e o sarcasmo que caracterizam as demais. Tivemos tempo, ainda, para detonar, no pior sentido, "Smoke on the Water". Melhor fizemos em "Another Brick in the Wall", cantada pelo Marcão, e "Wish You Were Here", na qual o Marcelo providenciou a letra com os acordes, o que facilitou imensamente a minha atuação. A última "cover" do ensaio foi "Jump". O Alemão, há certa altura, tocou no Korg Triton um timbre muito parecido com o do Derek Sherinian em "Lines in the Sand" do disco "Falling Into Infinity"... trata-se de algo como "Feedback Gtr" e é o ouro. Quando ele se ausentou por instantes, aproveitei e experimentei os timbres do Triton... e o negócio toca de tudo mesmo, nem precisa saber de música ou ser músico. O Marcelo comprovou isso quando fez uns "dance" ou "techno"(isto é, os famosos "tunts-tunts") e o teclado fazia viradas dependendo do número de teclas que ele tocava simultaneamente. Notável o que esse Triton faz!
segunda-feira, 2 de junho de 2008
CD – Rush “Signals”
É raro mas acontece de me deparar com um disco que curto desde a primeira audição. Geralmente, nesses casos, a primeira música é muito boa, e a seguinte é diferente, mas também muito boa, assim como a próxima e também a que vem depois. Ou seja, o disco conta com uma sucessão de faixas bem marcantes e diferentes entre si, e todas muito boas.Esses dias, não sei explicar a razão, tomei interesse pelos discos do Rush. Encontrei no balaio da Multisom o “Presto” e o “Roll the Bones” (outros eu já tinha), e acreditava que ainda poderia encontrar o “Power Windows”, o “Grace Under Pressure” e o “Hold Your Fire”, em relação aos quais sempre tive opinião desfavorável, mas que resolvi que podia encarar em razão do preço. Acabou que não os encontrei, mas entendi conveniente escutar alguma coisa por conta para ver se valia a pena correr atrás do resto, e então, meio por acaso, cheguei em “Signals”. O meu mp3 player é bem palha e com pouca capacidade, de modo que não houve espaço para mais de 4 músicas desse disco. E, assim, durante algumas semanas, no caminho para o trabalho, ouvi essas quatro primeiras músicas de “Signals” e repeti a experiência de encontrar um cd com faixas diferentes e muito boas.
Desde o ano passado (ou 2006) firmei a convicção de que da discografia do Rush, somente “Moving Pictures” seria um realmente clássico (basta ver as músicas do disco – só tem músicas matadoras). Os outros cds, alguns bons por certo, mas seriam só para fãs. Talvez por esse motivo não tenha acompanhado o show do Rush no Estádio Olímpico em 2002 (evidentemente que fracassei nessa). Esse “Signals”, se não para outra coisa, serviu para mudar meu entendimento a respeito da banda.
O disco abre com “Subdivisions”, que é marcante pelo riff grandioso de sintetizador OB-X Oberheim. O resto da música é muito legal, e me despertou o interesse nos timbres de Alex Lifeson e também pela sua técnica, que sempre foi muito elogiada por guitarristas como John Petrucci, sobretudo pelo modo como o cara, num trio com baixo/bateria/guitarra, consegue preencher os espaços musicais com acordes e dedilhados. Não é coisa fácil de se fazer, ainda mais com guitarras distorcidas, então finalmente pude reconhecer e comprovar a influência de Lifeson sobre os guitarristas que se dedicam ao metal progressivo (existem muitas bandas derivadas no som do Rush, ou que tomam como referência ou ponto de partida, sendo o Dream Theater uma das mais expressivas).
“Analog Kid” é a seguinte e é completamente diferente. Mais rápida e caracterizada pela presença dominante da guitarra (no riff inicial, por exemplo), é igualmente muito boa. Já conhecia desde o tributo ao Rush da Magna Charta, mas só agora gostei da faixa. Destaco a linha de bateria bastante fluida de Neal Peart (é legal ouvir essas levadas soltas, apesar de que Ian Paice continua sendo o representante insuperável desse tipo de condução). A próxima é “Chemistry”, com andamento mais lento e com início um pouco mais grandiloqüente. Há umas boas melodias de guitarra, inclusive o solo - e me lembra um pouco de Yes. Finalmente, a 4.ª faixa é "Digital Man", que conta com uns momentos nos quais a banda apresenta elementos reggae e ska, e que conforme a excelente resenha disponível no wikipedia, foi o motivo pelo qual "Signals" acabou se tornando o último registro da parceria do Rush com o produtor Terry Brown.
Procurei o disco em todas as lojas conhecidas, e acabei localizando apenas uma versão importada na Grammy (no 3.º andar da Gal. Chaves) por 30 pila. O cara baixou a pedida e levei para a casa, e só depois me dei conta de que, apesar de importada, não se tratava da versão remasterizada. Seja como for, ouvi as faixas restantes e, para minha surpresa, constatei que essas outras 4 faixas não são tão boas quanto as prévias. Tirante alguns bons momentos, o material não me pareceu tão memorável. Seja como for, o disco é muito bom, com gravação que parece atual e interpretações inspiradas e inspiradoras.
domingo, 1 de junho de 2008
Formula 1 - GP de Monaco (6.ª etapa, 25.05.2008, 9h)
Já estava sentindo falta de acompanhar um bom GP de Mônaco, e assim assisti ao treino classificatório no qual Massa conseguiu uma inesperada pole position, dando pinta de que o cara realmente está inspirado e é sério postulante ao título de 2008. No dia da corrida a pista estava molhada e com previsão de chuva, o que é garantia de corrida emocionante (e em Mônaco não seria diferente, pelo traçado e pela ausência de controle de tração).
Na largada, o brasileiro se manteve à frente, com Hamilton logo atrás. Hamilton deu uma errada, deixando Raikkonen em segundo. Quando a diferença já estava em 13s, o carro-madrinha deu entrada após incidente entre Coulthard e Bourdais. Raikkonen acabou levando uma punição (drive-through) e perdeu muitas posições e a chance de pódio.
Tudo ia bem para Massa até que o cara rodou e perdeu a liderança para Kubica. Mas as coisas seriam resolvidas nos pits não fosse a mudança de estratégia da Ferrari, que optou por completar o tanque de Massa para que ele corresse assim até o final da prova; isso acabou sendo ruinoso, pois o brasileiro teve de parar mais adiante para nova troca de pneus, uma vez que as condições da pista já estavam para tempo seco. Hamilton se deu bem e se manteve na ponta até o final; Massa poderia ter vencido, ou na pior das hipóteses chegado em 2.º, mas com o erro da equipe, chegou apenas em 3.º - o que não deixou de ser um bom resultado para fins de campeonato.
A Renault resolveu colocar pneus de pista seca na metade da corrida e se Alonso teve dificuldades, Piquet mais ainda - o brasileiro abandonou mais uma vez, e já se fala até que é provável que não complete essa temporada.
O carro-madrinha apareceu ainda uma vez no final da corrida, e aí ficou claro que a etapa encerraria no limite de tempo (2 horas) e não nas voltas regulamentares. Sutil vinha num espetacular 4.º lugar com sua Force India, mas foi colhido por Raikkonen - o alemão apareceu inconformado nos boxes com o abandono. Isso acabou sendo positivo para Barrichello, que numa sentada ganhou duas posições e finalizou em 6.º.
O título de pilotos está bem concorrido: os primeiros 4 pilotos estão separados por apenas 6 pontos. O próximo GP é um dos que mais gosto, no Canadá (o horário é bom, e tem aquele muro no início da reta dos boxes que costuma ser bastante visitado).
Monaco Grand Prix Results - 25 May 2008 - 76 Laps
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT LAPS TIME/RETIRE
1. Lewis Hamilton Britain McLaren-Mercedes 76 2h00m42.742
2. Robert Kubica Poland BMW Sauber 76 3.069
3. Felipe Massa Brazil Ferrari 76 4.811
4. Mark Webber Australia Red Bull-Renault 76 19.264
5. Sebastian Vettel Germany Toro Rosso-Ferrari 76 24.657
6. Rubens Barrichello Brazil Honda 76 28.408
7. Kazuki Nakajima Japan Williams-Toyota 76 30.180
8. Heikki Kovalainen Finland McLaren-Mercedes 76 33.191
9. Kimi Raikkonen Finland Ferrari 76 33.793
10. Fernando Alonso Spain Renault 75 1 Lap
11. Jenson Button Britain Honda 75 1 Lap
12. Timo Glock Germany Toyota 75 1 Lap
13. Jarno Trulli Italy Toyota 75 1 Lap
14. Nick Heidfeld Germany BMW Sauber 72 4 Laps
R Adrian Sutil Germany Force India-Ferrari 67 Damage
R Nico Rosberg Germany Williams-Toyota 59 Accident
R Nelson Piquet Brazil Renault 47 Accident
R Giancarlo Fisichella Italy Force India-Ferrari 36 Gearbox
R David Coulthard Britain Red Bull-Renault 7 Accident
R Sebastien Bourdais France Toro Rosso-Ferrari 7 Accident
FASTEST LAP: Kimi Raikkonen Finland Ferrari 74 1:16.689
DRIVERS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT POINTS
1. LEWIS HAMILTON Britain McLaren-Mercedes 38
2. KIMI RAIKKONEN Finland Ferrari 35
3. FELIPE MASSA Brazil Ferrari 34
4. ROBERT KUBICA Poland BMW Sauber 32
5. NICK HEIDFELD Germany BMW Sauber 20
6. HEIKKI KOVALAINEN Finland McLaren-Mercedes 15
MARK WEBBER Australia Red Bull-Renault 15
8. FERNANDO ALONSO Spain Renault 9
JARNO TRULLI Italy Toyota 9
10. NICO ROSBERG Germany Williams-Toyota 8
11. KAZUKI NAKAJIMA Japan Williams-Toyota 7
12. SEBASTIAN VETTEL France Toro Rosso-Ferrari 2
13. RUBENS BARRICHELLO Brazil Honda 3
JENSON BUTTON Britain Honda 3
15. SEBASTIEN BOURDAIS France Toro Rosso-Ferrari 2
CONSTRUCTORS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS CONSTRUCTOR POINTS
1. FERRARI 69
2. MCLAREN-MERCEDES 53
3. BMW SAUBER 52
4. WILLIAMS-TOYOTA 15
RED BULL-RENAULT 15
6. RENAULT 9
TOYOTA 9
8. TORO ROSSO-FERRARI 6
HONDA 6
Na largada, o brasileiro se manteve à frente, com Hamilton logo atrás. Hamilton deu uma errada, deixando Raikkonen em segundo. Quando a diferença já estava em 13s, o carro-madrinha deu entrada após incidente entre Coulthard e Bourdais. Raikkonen acabou levando uma punição (drive-through) e perdeu muitas posições e a chance de pódio.
Tudo ia bem para Massa até que o cara rodou e perdeu a liderança para Kubica. Mas as coisas seriam resolvidas nos pits não fosse a mudança de estratégia da Ferrari, que optou por completar o tanque de Massa para que ele corresse assim até o final da prova; isso acabou sendo ruinoso, pois o brasileiro teve de parar mais adiante para nova troca de pneus, uma vez que as condições da pista já estavam para tempo seco. Hamilton se deu bem e se manteve na ponta até o final; Massa poderia ter vencido, ou na pior das hipóteses chegado em 2.º, mas com o erro da equipe, chegou apenas em 3.º - o que não deixou de ser um bom resultado para fins de campeonato.
A Renault resolveu colocar pneus de pista seca na metade da corrida e se Alonso teve dificuldades, Piquet mais ainda - o brasileiro abandonou mais uma vez, e já se fala até que é provável que não complete essa temporada.
O carro-madrinha apareceu ainda uma vez no final da corrida, e aí ficou claro que a etapa encerraria no limite de tempo (2 horas) e não nas voltas regulamentares. Sutil vinha num espetacular 4.º lugar com sua Force India, mas foi colhido por Raikkonen - o alemão apareceu inconformado nos boxes com o abandono. Isso acabou sendo positivo para Barrichello, que numa sentada ganhou duas posições e finalizou em 6.º.
O título de pilotos está bem concorrido: os primeiros 4 pilotos estão separados por apenas 6 pontos. O próximo GP é um dos que mais gosto, no Canadá (o horário é bom, e tem aquele muro no início da reta dos boxes que costuma ser bastante visitado).
Monaco Grand Prix Results - 25 May 2008 - 76 Laps
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT LAPS TIME/RETIRE
1. Lewis Hamilton Britain McLaren-Mercedes 76 2h00m42.742
2. Robert Kubica Poland BMW Sauber 76 3.069
3. Felipe Massa Brazil Ferrari 76 4.811
4. Mark Webber Australia Red Bull-Renault 76 19.264
5. Sebastian Vettel Germany Toro Rosso-Ferrari 76 24.657
6. Rubens Barrichello Brazil Honda 76 28.408
7. Kazuki Nakajima Japan Williams-Toyota 76 30.180
8. Heikki Kovalainen Finland McLaren-Mercedes 76 33.191
9. Kimi Raikkonen Finland Ferrari 76 33.793
10. Fernando Alonso Spain Renault 75 1 Lap
11. Jenson Button Britain Honda 75 1 Lap
12. Timo Glock Germany Toyota 75 1 Lap
13. Jarno Trulli Italy Toyota 75 1 Lap
14. Nick Heidfeld Germany BMW Sauber 72 4 Laps
R Adrian Sutil Germany Force India-Ferrari 67 Damage
R Nico Rosberg Germany Williams-Toyota 59 Accident
R Nelson Piquet Brazil Renault 47 Accident
R Giancarlo Fisichella Italy Force India-Ferrari 36 Gearbox
R David Coulthard Britain Red Bull-Renault 7 Accident
R Sebastien Bourdais France Toro Rosso-Ferrari 7 Accident
FASTEST LAP: Kimi Raikkonen Finland Ferrari 74 1:16.689
DRIVERS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT POINTS
1. LEWIS HAMILTON Britain McLaren-Mercedes 38
2. KIMI RAIKKONEN Finland Ferrari 35
3. FELIPE MASSA Brazil Ferrari 34
4. ROBERT KUBICA Poland BMW Sauber 32
5. NICK HEIDFELD Germany BMW Sauber 20
6. HEIKKI KOVALAINEN Finland McLaren-Mercedes 15
MARK WEBBER Australia Red Bull-Renault 15
8. FERNANDO ALONSO Spain Renault 9
JARNO TRULLI Italy Toyota 9
10. NICO ROSBERG Germany Williams-Toyota 8
11. KAZUKI NAKAJIMA Japan Williams-Toyota 7
12. SEBASTIAN VETTEL France Toro Rosso-Ferrari 2
13. RUBENS BARRICHELLO Brazil Honda 3
JENSON BUTTON Britain Honda 3
15. SEBASTIEN BOURDAIS France Toro Rosso-Ferrari 2
CONSTRUCTORS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS CONSTRUCTOR POINTS
1. FERRARI 69
2. MCLAREN-MERCEDES 53
3. BMW SAUBER 52
4. WILLIAMS-TOYOTA 15
RED BULL-RENAULT 15
6. RENAULT 9
TOYOTA 9
8. TORO ROSSO-FERRARI 6
HONDA 6
Ensaio The Osmar-Band - Em 29.05.2008 foi o n.º 2
Na quinta-feira, 29.05, em que choveu o dia inteiro, tive o segundo encontro com a Osmar Band. Dessa vez, tivemos a companhia do cachorro do Marcelo MAB, que foi a atração do evento. Além disso, estreei meu feijãozinho novo (tive dificuldades, pois ele não é apropriado para mudanças de efeitos durante a música pela ausência de pedal). Rolou algumas jams boas: no início o Alemão criou uma bela seqüência de acordes no piano, que tentei acompanhar das mais variadas formas que conheço (dedilhados, tônicas, oitavas, com distorção, sem distorção, etc), mas não evoluímos dali e o Marcelo não encaixou nenhum vocal; puxei "Cold Wind" da Burnin´ Boat, que os caras parecem ter curtido; rolou ainda uma jam com guitarra funk e acordes C-F-G, acompanhada por uns solos de piano bem legais; lembrei de tocar uma bossa minha de 95/96, com acordes de nome estranho (outra hora pesquiso a respeito), mas de posição fácil na guitarra (aqui também teve solo legal de piano); tivemos ainda, mais uma vez, o momento "música ambiental" ou "música especial" (não sei definir), no qual toco umas notas com bastante efeito fade-in e que no Korg Triton tem o acompanhamento perteito. Tirante isso, passamos boa parte tentando acertar um clássico dos caras para uma divulgação que o Marcelo teve a idéia de fazer. Ao final, o Marcelo tocou no violão uma seqüência de acordes bem fácil e legal, que é uma música antiga da época de colégio e contou com um vocal muito bom do Marco e de uma batida dance no Korg Triton. Achei muito legal essa. Antes de saírmos, descobrimos que uma das caixas não havia sido ligada (o som saiu mono) e foi essa a razão pela qual o som não estava tão bom. Enfim, valeu pelas jams e pelo acerto na "clássica", mas a sensação foi de que faltou um pouco de inspiração (e bebida).
sábado, 24 de maio de 2008
Ensaio - The Osmar-Band - O primeiro foi em 20.05.2008
Não posso deixar de registrar que na última terça-feira participei de um dos ensaios da Osmar Band, capitaneada pelo grande Marcelo M.A.B., depois de muito adiamento. Sobre o som dos caras, posso apenas dizer que é completamente diferente da Burnin´ Boat, e um pouco diferente de outras bandas que (bem ou mal) já participei; qualquer descrição com palavras é despicienda (para entender, tem que ouvir), e é por isso que logo na primeira vez que ouvi os caras disse que tinham os elementos do rock progressivo (embora esse não seja nem de perto o som dos caras).
A banda é composta por Marcelo nos vocais e na percussão (!), Marcão na bateria eletrônica e Alemão no Korg Triton. Esse Korg Triton é que é o negócio. Faz tudo (mesmo), só falta servir cafezinho, digamos assim. Fiquei deslumbrado com esse teclado, e ouvi timbres bem Derek Sherinian e Rick Wakeman - uma hora dessas vou querer tocar também. Além disso, tem lá um violão Yamaha com cordas de aço muito bom de tocar e com um baita som. O local dos ensaios também é muito legal - como definiu o Marcelo, trata-se de um bunker, no qual, apesar da proximidade, todos ficam confortáveis; há uma mesa de 4 canais e um amplificador onde todos os instrumentos saem - o volume é bem razoável.
Os caras já têm um repertório, que é incrementado a cada ensaio, pois, até onde sei, todas as composições nascem espontaneamente nos próprios ensaios (isso já estou bem acostumado a fazer, pois costumava fazer ensaios bastante criativos com o Bruce na Burnin´ Boat). Liguei a guitarra na Digitech RP-6 e me dispus a fazer o que sempre faço e gosto de fazer: tocar o tempo todo. Os caras recém tinham composto "Índio", e me pus a acompanhá-los. Mas foi a partir da música seguinte que peguei o jeito e toquei do jeito mais maluco na guitarra, utilizando bastante a alavanca e todos os truques guitarrísticos que conheço (ou pelo menos os que eu consigo tocar).
Fiquei satisfeito com algumas coisas que toquei - espero ouvir os mp3 para conferir o resultado. No final, os caras brincaram com a monumental coleção de cds do Alemão, segundo este composta de cds de jazz (será que tem algo de fusion?), e rolou o convite para participar do próximo evento. Isso tudo serviu para me pilhar ainda mais para incrementar meus equipamentos.
A banda é composta por Marcelo nos vocais e na percussão (!), Marcão na bateria eletrônica e Alemão no Korg Triton. Esse Korg Triton é que é o negócio. Faz tudo (mesmo), só falta servir cafezinho, digamos assim. Fiquei deslumbrado com esse teclado, e ouvi timbres bem Derek Sherinian e Rick Wakeman - uma hora dessas vou querer tocar também. Além disso, tem lá um violão Yamaha com cordas de aço muito bom de tocar e com um baita som. O local dos ensaios também é muito legal - como definiu o Marcelo, trata-se de um bunker, no qual, apesar da proximidade, todos ficam confortáveis; há uma mesa de 4 canais e um amplificador onde todos os instrumentos saem - o volume é bem razoável.
Os caras já têm um repertório, que é incrementado a cada ensaio, pois, até onde sei, todas as composições nascem espontaneamente nos próprios ensaios (isso já estou bem acostumado a fazer, pois costumava fazer ensaios bastante criativos com o Bruce na Burnin´ Boat). Liguei a guitarra na Digitech RP-6 e me dispus a fazer o que sempre faço e gosto de fazer: tocar o tempo todo. Os caras recém tinham composto "Índio", e me pus a acompanhá-los. Mas foi a partir da música seguinte que peguei o jeito e toquei do jeito mais maluco na guitarra, utilizando bastante a alavanca e todos os truques guitarrísticos que conheço (ou pelo menos os que eu consigo tocar).
Fiquei satisfeito com algumas coisas que toquei - espero ouvir os mp3 para conferir o resultado. No final, os caras brincaram com a monumental coleção de cds do Alemão, segundo este composta de cds de jazz (será que tem algo de fusion?), e rolou o convite para participar do próximo evento. Isso tudo serviu para me pilhar ainda mais para incrementar meus equipamentos.
Formula 1 - GP da Turquia (5.ª etapa, 11.05.2008, 9h)
O GP da Turquia foi importante para dois dos três pilotos brasileiros: para Barrichello, marcaria a oportunidade rara de se tornar o recordista em GP´s disputados, ao largar pela 257.ª vez, ultrapassando o folclórico Riccardo Patrese (o italiano chegou a brincar dizendo que se conformava em perder a marca para o brasileiro, mas que se fosse Schumacher ele arranjaria um carro para alinhar novamente); para Massa, que venceu os últimos dois GP´s disputados no circuíto turco, seria a corrida para retomar a condição de postulante ao título de 2008.
Massa andou muito rápido nos treinos e fez o melhor tempo no treino classificatório. Hamilton surpreendeu e também ficou na primeira fila - o inglês adotou a estratégia de largar com pouco combustível e fazer uma parada a mais.
Na largada, Massa se manteve na frente, seguido por Hamilton, e abriu distância segura. Nos primeiros pits, Hamilton parou primeiro, Massa algumas voltas depois, mas o inglês apertou e assumiu a liderança, ameaçando brevemente a vitória do ferrarista (que retomou a frente quando Hamilton fez o terceiro pit-stop). A estratégia de Hamilton teria dado certo se tivesse conseguido passar de Massa e abrir distância antes da primeira parada. Tudo isso serviu para demonstrar que Massa está mais cerebral e que consegue correr pensando nos pontos e no campeonato, e a vitória foi decorrência disso.
Próximo GP é em Mônaco, e dessa vez não perco, como em 2007 (não escrevi nenhum artigo para a revista, e assim não vou acompanhar o congresso).
Turkish Grand Prix Results - 11 May 2008 - 58 Laps
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT LAPS TIME/RETIRE
1. Felipe Massa Brazil Ferrari 58 1h26m49.451
2. Lewis Hamilton Britain McLaren-Mercedes 58 3.779
3. Kimi Raikkonen Finland Ferrari 58 4.271
4. Robert Kubica Poland BMW Sauber 58 21.945
5. Nick Heidfeld Germany BMW Sauber 58 38.741
6. Fernando Alonso Spain Renault 58 53.724
7. Mark Webber Australia Red Bull-Renault 58 1m04.229
8. Nico Rosberg Germany Williams-Toyota 58 1m11.406
9. David Coulthard Britain Red Bull-Renault 58 1m15.270
10. Jarno Trulli Italy Toyota 58 1m16.344
11. Jenson Button Britain Honda 57 1 Lap
12. Heikki Kovalainen Finland McLaren-Mercedes 57 1 Lap
13. Timo Glock Germany Toyota 57 1 Lap
14. Rubens Barrichello Brazil Honda 57 1 Lap
15. Nelson Piquet Brazil Renault 57 1 Lap
16. Adrian Sutil Germany Force India-Ferrari 57 1 Lap
17. Sebastian Vettel Germany Toro Rosso-Ferrari 57 1 Lap
R Sebastien Bourdais France Toro Rosso-Ferrari 24 Spin
R Kazuki Nakajima Japan Williams-Toyota 1 Damage
R Giancarlo Fisichella Italy Force India-Ferrari 0 Accident
FASTEST LAP: Kimi Raikkonen Finland Ferrari 20 1:26.506
DRIVERS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT POINTS
1. KIMI RAIKKONEN Finland Ferrari 35
2. FELIPE MASSA Brazil Ferrari 28
LEWIS HAMILTON Britain McLaren-Mercedes 28
4. ROBERT KUBICA Poland BMW Sauber 24
5. NICK HEIDFELD Germany BMW Sauber 20
6. HEIKKI KOVALAINEN Finland McLaren-Mercedes 14
7. MARK WEBBER Australia Red Bull-Renault 10
8. FERNANDO ALONSO Spain Renault 9
JARNO TRULLI Italy Toyota 9
10. NICO ROSBERG Germany Williams-Toyota 8
11. KAZUKI NAKAJIMA Japan Williams-Toyota 5
12. JENSON BUTTON Britain Honda 3
13. SEBASTIEN BOURDAIS France Toro Rosso-Ferrari 2
CONSTRUCTORS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS CONSTRUCTOR POINTS
1. FERRARI 63
2. BMW SAUBER 44
3. MCLAREN-MERCEDES 42
4. WILLIAMS-TOYOTA 13
5. RED BULL-RENAULT 10
6. RENAULT 9
TOYOTA 9
8. HONDA 3
9. TORO ROSSO-FERRARI 2
Massa andou muito rápido nos treinos e fez o melhor tempo no treino classificatório. Hamilton surpreendeu e também ficou na primeira fila - o inglês adotou a estratégia de largar com pouco combustível e fazer uma parada a mais.
Na largada, Massa se manteve na frente, seguido por Hamilton, e abriu distância segura. Nos primeiros pits, Hamilton parou primeiro, Massa algumas voltas depois, mas o inglês apertou e assumiu a liderança, ameaçando brevemente a vitória do ferrarista (que retomou a frente quando Hamilton fez o terceiro pit-stop). A estratégia de Hamilton teria dado certo se tivesse conseguido passar de Massa e abrir distância antes da primeira parada. Tudo isso serviu para demonstrar que Massa está mais cerebral e que consegue correr pensando nos pontos e no campeonato, e a vitória foi decorrência disso.
Próximo GP é em Mônaco, e dessa vez não perco, como em 2007 (não escrevi nenhum artigo para a revista, e assim não vou acompanhar o congresso).
Turkish Grand Prix Results - 11 May 2008 - 58 Laps
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT LAPS TIME/RETIRE
1. Felipe Massa Brazil Ferrari 58 1h26m49.451
2. Lewis Hamilton Britain McLaren-Mercedes 58 3.779
3. Kimi Raikkonen Finland Ferrari 58 4.271
4. Robert Kubica Poland BMW Sauber 58 21.945
5. Nick Heidfeld Germany BMW Sauber 58 38.741
6. Fernando Alonso Spain Renault 58 53.724
7. Mark Webber Australia Red Bull-Renault 58 1m04.229
8. Nico Rosberg Germany Williams-Toyota 58 1m11.406
9. David Coulthard Britain Red Bull-Renault 58 1m15.270
10. Jarno Trulli Italy Toyota 58 1m16.344
11. Jenson Button Britain Honda 57 1 Lap
12. Heikki Kovalainen Finland McLaren-Mercedes 57 1 Lap
13. Timo Glock Germany Toyota 57 1 Lap
14. Rubens Barrichello Brazil Honda 57 1 Lap
15. Nelson Piquet Brazil Renault 57 1 Lap
16. Adrian Sutil Germany Force India-Ferrari 57 1 Lap
17. Sebastian Vettel Germany Toro Rosso-Ferrari 57 1 Lap
R Sebastien Bourdais France Toro Rosso-Ferrari 24 Spin
R Kazuki Nakajima Japan Williams-Toyota 1 Damage
R Giancarlo Fisichella Italy Force India-Ferrari 0 Accident
FASTEST LAP: Kimi Raikkonen Finland Ferrari 20 1:26.506
DRIVERS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS DRIVER NATIONALITY ENTRANT POINTS
1. KIMI RAIKKONEN Finland Ferrari 35
2. FELIPE MASSA Brazil Ferrari 28
LEWIS HAMILTON Britain McLaren-Mercedes 28
4. ROBERT KUBICA Poland BMW Sauber 24
5. NICK HEIDFELD Germany BMW Sauber 20
6. HEIKKI KOVALAINEN Finland McLaren-Mercedes 14
7. MARK WEBBER Australia Red Bull-Renault 10
8. FERNANDO ALONSO Spain Renault 9
JARNO TRULLI Italy Toyota 9
10. NICO ROSBERG Germany Williams-Toyota 8
11. KAZUKI NAKAJIMA Japan Williams-Toyota 5
12. JENSON BUTTON Britain Honda 3
13. SEBASTIEN BOURDAIS France Toro Rosso-Ferrari 2
CONSTRUCTORS CHAMPIONSHIP POSITIONS:
POS CONSTRUCTOR POINTS
1. FERRARI 63
2. BMW SAUBER 44
3. MCLAREN-MERCEDES 42
4. WILLIAMS-TOYOTA 13
5. RED BULL-RENAULT 10
6. RENAULT 9
TOYOTA 9
8. HONDA 3
9. TORO ROSSO-FERRARI 2
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Shows XXV - WHITESNAKE (11.05.2008, 20h, Teatro do Bourbon Country, Porto Alegre/RS)
Há pelos menos dois meses soube da confirmação da apresentação do Whitesnake em Porto Alegre para o dia das mães (11.05.2008), mas foi só na semana passada que pude ter a certeza (e a felicidade) de que tudo estava em ordem para poder acompanhar o evento. Só que ao contrário do show do Whitesnake de 2005, no qual eles abriram para o Judas Priest, no Gigantinho, a banda está em divulgação do seu disco mais recente (o muito bom "Good to Be Bad") e contou com bastante divulgação. Nessas condições, no jornal de sexta saiu notícia sobre o show, dando conta de que os ingressos disponíveis eram apenas para pista e camarote (130 e 180 pila, respectivamente). Assim, pouco adiantava falar com a Fernanda (que conhecia o local e uma vez tinha dito que uma determinada posição - tipo mezanino, não lembro - era melhor e mais barato do que outra, que em princípio deveria ser mais cobiçada). Sem muitas opções, resolvi encarar o camarote, e escolhi um que me pareceu bem centralizado.Apesar do lugar marcado, procurei chegar com antecedência, e antes das 19h já tinha assumido meu posto. Não era tão bom para tirar fotos como pensava, então comecei a planejar como faria para conseguir bons ângulos. No sistema de som rolou umas boas músicas antigas do AC/DC, além de outras nada empolgantes de bandas que não conheço.
Os caras ingressaram no palco na hora marcada, e abriram com uma do disco novo: "Best Years". O som estava perfeito, e as guitarras estavam uma paulada, especialmente a de Doug Aldrich, que é favorecida em comparação com a de Reb Beach. Já tinha lido umas resenhas no Whiplash, então sabia que a faixa seguinte seria uma das minhas favoritas, "Fool for Your Loving" (que não havia sido tocada na outra apresentação de 2005), e assim me posicionei para registrá-la. A versão que essa formação toca é mais parecida com a tocada originalmente por Mardsen/Galley, com os solos da versão de Steve Vai (que eu prefiro integralmente). De toda maneira, é uma baita música, pena que Coverdale deixa o microfone para o público cantar o primeiro e significativo verso: "I was born under a bad sign (...)".
Fool for Your Loving
Não demorou para Coverdale demonstrar todo o seu carisma e a notável competência para interagir com a galera; o cara elogiou o teatro (realmente, muito bonito), definido como um belo lugar para terminar a turnê pelo Brasil, e fez questão de dizer que as gaúchas são as mais bonitas e que nós somos os maiores f.d.p´s de sortudos (o que é inteiramente verdade). Seguiram, então, com uma das minhas favoritas de um dos melhores discos dos anos 1980: "Bad Boys" do disco 1987. O riff inicial é espetacular, e ficou magnífico na Les Paul de Aldrich. Os caras ainda fizeram aquela citação do riff de "Children of the Night" entre os solos. Baita empolgação com essa música pesada e bem virtuosa, isto é, perfeita.
Bad Boys
Coverdale começou a introduzir uma "dedicada a Mel Galley", quando foi avisado que ainda não era hora de tocar uma "das antigas", e sim uma do disco novo, a boa "Can You Hear the Wind Blow", na qual o destaque, mais uma vez, foi a guitarra de Aldrich.
Agora sim, em homenagem a Mel Galley (guitarrista da formação pré-1987, e que está numa situação não muito boa de saúde), rolou a clássica "Love Ain´t no Stranger", que é o tipo de música que não tem como não gostar.Durante "Lay Down Your Love", resolvi fazer a minha parte e arranjei um lugar na primeira fila do camarote, sentado no chão com as pernas cruzadas, e apoiando as máquinas numa providencial "prateleira" de madeira. Coverdale pergunta se Porto Alegre ainda era a cidade do amor, e então seguiu-se "Is This Love", que sempre é tocada bem lenta, num andamento e numa execução comoventes (não por acaso, trata-se de uma das maiores baladas - power ballads - de todos os tempos).
Há espaço para o duelo de guitarras entre Aldrich e Beach, um pouco diferente do tocado em 2005, e um pouco longo (talvez), mas me ocupei o tempo todo. Segue-se, então, outra da melhor época da banda: "Crying in the Rain", com direito a solo de batera de Chris Frazier, que foi o único que não veio em 2005, pois na época quem empunha as baquetas era o famoso Tommy Aldridge. Bem, já estou farto de solos de bateria, e esse de Frazier foi bem fraco (pior que o do Aldridge), mas por outro lado, o cara é melhor para tocar as músicas do Whitesnake (bate forte, mas não é do tipo "marreta").
Se tinha algo que não estava esperando era um momento acústico, e Coverdale e Aldrich ficaram sozinhos no palco para interpretar a bela "The Deeper the Love". Acho que Aldrich chegou a errar uns acordes no começo e no final, mas não comprometeu a execução dessa boa surpresa. Para minha felicidade, os caras não ficaram só nisso, e inseriram uma música extra no set list, mais adiante, com o resgate de uma das antigas, "Guilty of Love". Coverdale, ao final, disse "surpriiiise!", e durante a faixa, repetia "Rock in Rio", lembrando o histórico festival de 1985, no qual a banda foi uma das que se apresentaram (notável como teve banda boa nesse evento). As guitarras de Beach e Aldrich estava com o peso na medida certa, dando uma refrescada nesse bom rockinho acelerado.The Deeper the Love
"Ain´t no Love in the Heart of the City" é outra das antigas, mas não é das minhas favoritas. Talvez seja uma boa para agradar o público feminino, por causa da sua levada mais sexy.
Bem, aí foi o momento de uma outra das melhores da banda, e um verdadeiro clássico do hard rock: "Give me All Your Love". É uma das minhas favoritas de todos os tempos, um baita hard rock. Gosto muito da versão do disco 1987, com o teclado bem marcante. Considero essa uma das músicas definitivas de hard rock, por esse teclado fazendo o riff dobrado com as guitarras, versos muito bem escritos ("When I first saw you babe, You took my breath away, I knew your name was Trouble, but my heart got in the way", ou então "I am blinded ´bout your smile, and crazy ´bout your walk, I shiver and shake when I hear your baby talk, I´m a fool for your lovin'"), e refrão pegajoso, sem contar o solo de guitarra muito inspirado de John Sykes (reproduzido com estilo pelo valoroso Aldrich). No show os caras fizeram uma versão matadora, que empolgou bastante a galera.
Give me All Your Love
Para liquidar, os caras tocaram outro clássico: "Here I Go Again", que ficou muito boa.
Após uma breve pausa, a banda voltou para uma versão arrasa-quarteirão do hino de sua época de ouro: "Still of the Night". Admito que nunca fui o maior fã dessa música, apesar de reconhecer que é uma baita composição; mas essa que eles tocaram em Porto Alegre foi a melhor versão que já vi/ouvi em todos os cds e vídeos que tive contato. Cara, essa versão de "Still of the Night" foi matadora do início ao fim. Felizmente tive a presença de espírito de registrá-la (ajudou ter ainda espaço na máquina para todas as faixas do bis).
Still of the Night
Um dos momentos que estava aguardando era o momento "a capella" de Coverdale para cantar "Soldier of Fortune", da época do Deep Purple (disco Stormbringer). Talvez fosse melhor com o violão acompanhando, mas ainda assim é sempre bom ter a oportunidade de ouvir a voz de Coverdale (o cara ainda manda muito bem, apesar dos anos de estrada). Seja como for, essa é uma música que considero muito especial e foi um verdadeiro privilégio ter tido a oportunidade de acompanhar uma das composições que sempre quis ver ao vivo.
Soldier of Fortune
Para finalizar, as músicas que tinham servido de abertura do show de 2005: "Burn", com parte de "Stormbringer" no meio, ambas da época do Deep Purple (a minha favorita, de 1974/1975). Aqui cabe registrar que Aldrich faz uma versão incrível do solo de guitarra de Blackmore, com direito a passagens extremamente virtuosísticas. Num dos raros momentos de destaque, o tecladista Timothy Drury fez um solo muito bom, lembrando bastante a versão de estúdio registrada por Jon Lord. Reb Beach é notoriamente um excelente backing vocal, além de exímio guitarrista, mas desta vez ele não repetiu o vocal estilo Glenn Hughes na parte "You know we have no time". Quanto ao baixista Uriah Duffy, bem, o sujeito fez o que se espera dele num elenco de estrelas: tocou corretamente todas as músicas, e ficou basicamente sem a atenção dos holofotes (Beach também não destaque... realmente, é Coverdale e Aldrich que dominam os spots).
Burn e Stormbringer
No final, estávamos todos muito satisfeitos e agradecidos pela excelente apresentação do Whitesnake. Um cara bem ao meu lado, mas que estava no outro camarote, resolveu fazer uma coisa que não tenho coragem de fazer, e conseguiu uma coisa que achei que jamais dariam para ele: o set-list dos caras da iluminação/som. Ele chamou a atenção e pediu para esses caras o set-list; o sujeito que estava embaixo não teve dúvidas e lançou a folha para cima. Pedi para tirar uma foto e dei os parabéns.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
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